Austral Eden

Pacey e Bernardo em cena

Austral Eden promove encontro entre performance, estilo e paisagem em forma de poesia visual. Asher Pacey e Victor Bernardo em sintonia com natureza e música, pura expressão.

Dois surfistas, um paraíso e sete pranchas sob os pés. Austral Eden é o encontro entre desempenho, estilo e paisagem em forma de poesia visual. Asher Pacey e o brasieiro Victor Bernardo surfam em sintonia com a natureza e a música, numa jornada de pura expressão.

O curta une arte, liberdade e performance no surfe contemporâneo. Com direção sensível e estética apurada de Dan Scott, a produção acompanha Pacey e Bernardo em uma jornada lírica por águas tropicais.

Ao som de After Sunrise de Sérgio Mendes e Let it Ride da banda The Soundcarriers, o curta transforma o surfe em quase coreografias espontâneas.

Logo na cena de abertura, sete pranchas surgem como personagens da narrativa, cada uma trazendo uma nuance diferente para os movimentos e as sessões:

1 5’10” Moonstone (ExoFlex) – responsiva, para curvas longas e linhas abertas.
2 5’8” Twinsman – twin fin versátil, ideal para velocidade e liberdade.
3 5’10” Bom Dia – uma homenagem ao Brasil e ao flow de Victor Bernardo.
4 5’3” Sunstone (ExoFlex)** – pequena e elétrica, puro ataque na parede da onda.
5 6’0” Moonstone – estabilidade e elegância nos drops mais sólidos.
6 5’10” ProtoAtypical – experimental, para leitura alternativa da onda.
7 5’6” Lightbender (ExoFlex) – ágil e divertida, convida à criatividade constante.

Puro estilo!

Fonte Album Surf

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Mais de cinquenta anos de câmera na mão: do Píer de Ipanema a Pipeline com Gerry Lopez, de Bob Marley no Havaí aos Rolling Stones no Maracanã. Fernando “Fedoca” Lima viveu e fotografou tudo isso. Agora reúne tudo em um livro.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)