Au féminin

As taitianas olímpicas

Filme francês conta história da família Fierro, do Taiti, três irmãs que levarão a tocha olímpica pela Polinésia Francesa, sede do surfe nos jogos de Paris 2024.

O oceano está no coração da cultura taitiana, suas crenças espirituais e sua vida contemporânea. No arquipélago do Taiti, surfar seria uma prática antiga, ancestral, da qual as mulheres foram gradualmente apagadas.

Alguns até decidiram que era melhor excluí-las das competições em Teahupoo. Como sempre, a atividade se tornou mais feminina e universal, bem a tempo de se preparar para os Jogos Olímpicos de 2024.

Na família Fierro, todas as meninas surfam, começando pela mãe. Ela é até pioneira na pequena ilha de Huahine: foi seu marido, um ex-surfista profissional americano, que  transmitiu sua paixão. Empurradas pelo pai, hoje são as três meninas que assumem a tocha olímpica. Le surf au féminin tem direção de Lisa Monin e Sébastien Daguerressar.

Assista mais vídeos no canal Imineo Documentaires.

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)

Doutor Guilherme Vieira Lima, explica como a estabilidade do core define a potência das manobras e protege o corpo de lesões crônicas.