Manuel Roncalla

Cabeça feita no Sul

Peruano radicado no Brasil, Manuel Roncalla comemora temporada de altas ondas em Passo de Torres (SC).

Há cinco anos, o peruano Manuel Roncalla, 32, trocou as ondas de San Bartolo para viver ao lado da esposa e da filha em Passo de Torres (SC), município localizado na divisa com o Rio Grande do Sul.

Roncalla é competidor profissional desde os 12 anos e tem uma série de conquistas importantes no currículo. Dentre elas os vice campeonatos latino-americano júnior (2006), peruano (2007) e gaúcho (2018).

Atualmente, além de competir nos campeonatos da região Sul do País, Roncalla possui a escolinha de surfe No Mar, em Passo de Torres, e está prestes a se formar como profissional de educação física.

“Moro em uma região privilegiada pela qualidade e constância das ondas. São vários picos com ondas de diferentes características”, comenta Manuel, que aos 14 anos morou em Bertioga, litoral paulista, e era frequentador assíduo de Maresias.

Sobre esta temporada de inverno em Passo de Torres, o peruano diz que não tem do que reclamar, pois foram dias de altas ondas em toda a região.

“Embora sempre existam ondas boas para fazer a cabeça, este inverno tem sido atípico. Dificilmente temos dias de mar flat e ondulações com bom tamanho e período se tornaram comuns por aqui”, acrescenta Manuel.

Na galeria acima, com fotos de Luciano Sombrio e Alexandre Menezes, da Torrica Photosurf Club, Roncalla exibe grandes momentos das últimas semanas em Passo de Torres. Para acompanhar a rotina do atleta, siga o perfil @roncallasurf no Instagram.

Manuel Roncalla tem apoio de Simões Surfboards, No Mar, Casa da Mata, Casual Calçados
Torrica Photo Surf Club, Fu Wax, Open Internet, Personal Contábil, JB Quiropraxia e Surf Club Barbershop.

https://www.instagram.com/p/B_X3TJ2AmmD/

https://www.instagram.com/p/B8IG6Whg36-/

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Mais de cinquenta anos de câmera na mão: do Píer de Ipanema a Pipeline com Gerry Lopez, de Bob Marley no Havaí aos Rolling Stones no Maracanã. Fernando “Fedoca” Lima viveu e fotografou tudo isso. Agora reúne tudo em um livro.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)