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03/01/2011 —
À vontade com seu ‘brinquedo’ Jimmy Lewis. Foto: jimmylewis.com Tatuador profissional radicado há quase quatro anos em Maui, HI, o brasileiro Masao Fukayama, é mais um fissurado por Stand Up Paddle a representar o Brasil no exterior. Tattoo feita por Masao. Quando não está tatuando no estúdio Maui Tattoo Company, local onde se dedica à arte da tatuagem, Masao curte remar e surfar com seu SUP, esporte que começou a praticar há dois anos, na ilha havaiana. Ele já era surfista quando experimentou o SUP pela primeira vez e rapidamente ficou viciado no esporte. O prazer proporcionado pelas remadas e a facilidade para chegar em outer reefs de Maui e fugir do crowd para surfar ondas com qualidade e tamanho, fizeram com que ele passasse a usar cada vez menos a pranchinha. Aliás, não só ele como vários amigos: “quase não surfo mais de pranchinha, e tenho vários amigos na mesma situação”, diz. Com o SUP, picos de difícil acesso em Maui ficaram mais acessíveis. Foto arquivo pessoal Seus picos prediletos para SUP surf ficam no north shore de Maui, onde há uma bela oferta de ondas grandes e perfeitas: Kanaha, Sand Piles, Big left, Pier One e alguns outer reefs e secret spots, que proporcionam ondas de 10 a 20 pés. Soltinho na vala. Foto:Byron J Yap Além do SUP Surf, Masao também se amarra em SUP Race, modalidade na qual já participou de 4 competições desde 2010, obtendo bons resultados: 3º lugar na Battle of the Paddle categoria Open Age – Stock Class (12’6) 30-39 anos; 3º lugar, em sua categoria-16’, na Olukai (prova que foi vencida pelo brasileiro Livio Menelau na categoria Elite); 2º lugar na categoria 12´6 stock class, na Naish Internacional Race; e na Dukes Race, na primeira vez que remou na Hawaii Kai run, pico que exige conhecimento do remador, ficou em 13º na categoria-12´6 stock class. Em 2011 competirá na categoria Elite, e para tanto já encomendou um foguete 17’4 da S.I.C. Bullet para completar seu quiver que já conta com alguns models da Jimmy Lewis. No cento com os amigos Livio Menelau, Claudio Chain, Hilton Alves e Andrea Moeller durante a Battle of the Paddle. Arquivo pessoal Para conhecer o trabalho de Masao Fukayama e contactá-lo, clique aqui. No final de fevereiro enviará algumas pranchas race da marca Jimmy Lewis para seu amigo Claudio Chain, São Paulo. Os dois estão trazendo a marca para o Brasil e Chain ficará responsável pelas primeiras demos com as pranchas por aqui. Abaixo um vídeo produzido por ele e amigos se divertindo de SUP em Maui.
28/12/2010 —
Gerry Lopez remando tranquilamente em rio no estado de Oregon, EUA. Foto: sites IG/NY Times O portal IG disponibilizou, através de seu canal “jovem IG“, uma sínteze traduzida para o português da excelente matéria feita pelo jornal The New York Times, publicada em julho desse ano, sobre o mito Gerry Lopez e sua relação com a prática do SUP em rios, adotada por ele desde que se mudou com a família para a pacata cidade de Bend, no estado norte-americano de Oregon, a quatro horas de carro da onda mais próxima. Conheça mais sobre essa lenda viva do esporte e seus projetos atuais, entre eles o SUP, clicando nos links abaixo.Confira a matéria do IG clicando aqui.Confira a matéria do NY Times (em inglês) clicando aqui.
21/12/2010 —
20/12/2010 —
Semana passada o mundo conheceu o primeiro campeão mundial de Stand Up Paddle Surf, seu nome: Kai Lenny. Um jovem havaiano de 18 anos que, pouco a pouco, vai se consolidando como representante de uma linhagem de grandes watermen havaianos, que tem em Duke Kahanamoku seu maior expoente. Verdadeiros embaixadores do espírito Aloha, elegantes tanto dentro quanto fora da água. Campeão do mundo aos 18 Kai Lenny nasceu em Maui, Hawaii, em oito de outubro de 1992. Aos quatro anos de idade começou a surfar com seus pais, Martin e Paula Lenny – ele corretor de imóveis, ela médica -, um casal apaixonado por water sports que desde cedo transmitiu ao filho sua paixão pelo oceano. Não é exagero afirmar que Kai vive no mar desde que nasceu, e ainda que seja difícil crer que o garoto escolheria outro lifestyle tendo o mar azul turquesa do Hawaii como playground, seus pais sempre tomaram o cuidado para que as coisas acontecessem de forma natural. Nota-se, pelas declarações de Martin e Paula, um cuidado muito grande na educação de seus filhos Kai e Ridge, no sentido de fazê-los entender o real significado de seus troféus: a dedicação e disciplina o tornarão um campeão, entretanto, acima de tudo isso está a possibilidade de se tornar uma pessoa melhor. Essa é a verdadeira conquista. “Kai é um atleta muito bom, ganhou a turnê mundial, mas o que mais me orgulho é o fato de que ele é uma pessoa boa. Fico muito feliz por ele ser também uma grande referência para seu irmão mais novo, Ridge”, disse Martin Lenny, em entrevista a um jornal havaiano, após a conquista do filho. Kai tem hábitos pouco comuns para um garoto de sua idade: levanta às 5h15 da manhã para ir surfar, de SUP ou pranchinha, até 7h30. Depois, das 8h às 12h30, dedica-se aos estudos; na parte da tarde, pratica windsurf ou kitesurf e no final da tarde, quando os ventos estão mais amenos, pratica SUP. Com uma rotina dessa, não é de se espantar que logo nas primeiras horas da noite já esteja dormindo. “Gosto de ir para a cama cedo”, diz. Além disso, incentivado pelos pais, ele faz voluntariado para a ong havaiana “Big Brothers and Sisters of Maui” que realiza trabalhos assistenciais e de orientação vocacional com crianças em Maui. Para ele, essa é uma forma de agradecimento e retribuição à sua terra por todas as conquistas alcançadas. desafiando Jaws de windsurf Essa postura humilde pode enganar àqueles que enxergam na agressividade e arrogância uma demonstração de força. Mas não se engane. O garoto educado e tranqüilo de Maui vira um guerreiro implacável quando veste a lycra de competição. Na última etapa do mundial de SUP, em Big Island, mesmo com o título de campeão mundial garantido após a eliminação de Peyo Lizarazu, quartas de final, Kai seguiu surfando muito, passando todas as baterias em primeiro até chegar à final e vencer o campeonato. E antes que se diga que o “mar estava pequeno”, é importante lembrar de sua vitória em Sunset, na primeira etapa do mundial, em um mar gigante competindo contra alguns dos locais mais casca grossa do Hawaii. Os mentores Com Robby Naish, seu grande mentor Essa “veia de campeão” foi percebida cedo por Robby Naish, uma lenda viva do windsurf mundial. Amigo da família Lenny, transformou-se no mentor de Kai e passou a acompanhar mais de perto sua evolução no windsurf e a incentiva-lo por meio de ensinamentos e patrocínio. Kai tinha então oito anos; aos doze fechou patrocínio com a Red Bull e Oxbow. Empresas que, além da própria Naish, marca de seu mentor, o patrocinam até hoje (recentemente ele renovou o contrato com a francesa Oxbow por mais cinco anos). Tow-in em Jaws para a esquerda não é pra qualquer um Windsurf foi o primeiro esporte em que se destacou e, assim como no SUP, é considerado um atleta de elite. Em 2009, no seu primeiro ano como profissional, foi eleito “rookie of the year” pela Associação Profissional de Windsurf, por ser a maior revelação do esporte naquele ano. Mas além dessas duas modalidades também domina o surf, foilborad, kitesurf e o tow-in.
19/12/2010 —
Para quem não ficou sabendo, o big rider carioca Rodrigo Resende, campeão mundial de tow-in em 2002, em companhia do canoista Pedro Oliva, recentemente realizaram uma expedição ao Mato Grosso para explorar rios e cachoeiras com potencial para rafiting de caiaque e SUP e gravar um quadro para o programa Esporte Espetacular, da Rede Globo, chamado Esporte Extremo, que foi ao ar novembro passado. O ponto alto da barca foi quando Rodrigo, devidamente equipado, remando em um SUP modelo ‘soft’, fez um drop ‘kamikaze’ do alto de uma cachoeira de nove metros conhecida como Juba Zero. Feito comum para o caiaque de rafting mas inédito para o SUP. O ‘Monster’, como também é conhecido, não conseguiu completar o drop, mas merece o crédito pela atitude e pioneirismo. Realmente Stand Up Paddle é um esporte com muito potencial a ser explorado. O vídeo do drop pode ser conferido logo abaixo: http://video.globo.com/Portal/videos/cda/player/player.swf Fonte: globoesporte.com
16/12/2010 —
Leco Salazar: terceiro lugar na etapa e forte candidato ao título em 2011. Foto William Ing Kai Lenny vence a última etapa do Stand Up World Tour, a “Hawaii Island Finals”, em Honoli’i, Big Island, Hawaii, e é o primeiro Campeão do Mundo de Stand Up Paddle Surf. Kai Lenny: um enorme potencial. Foto W. Ing O Jovem local de Maui, de 18 anos, apontado como uma das maiores promessas mundiais nos “board-watersports”, usou todo seu conhecimento havaiano para conseguir se posicionar e escolher as melhores ondas nas dificeis condições de mar que rolaram durante a final. Sua estratégia funciou muito bem e logo no início da bateria, Kai conseguiu duas ondas excelentes, manobrando com total domínio do remo e muita fluidez, arrancando dois ‘high scores’ dos juizes e colocando seus adversários em uma situação difícil. Antonie Delpero. Foto William Ing Antoine Delpero e Leco Salazar ainda tentaram uma reação, mas não conseguiram encontrar ondas boas o suficiente para uma virada. O mar estava difícil e o fato de competir contra um havaino que, apesar da pouca idade, já é muito popular nas ilhas, tornou a tardefa ainda mais complicada. É fato que além disso, Kai surfou muito e não queria ver ninguém carimbar sua faixa de campão do mundo. Fim de bateria e o jovem ‘local hero’ levantou o caneco para o delírio de sua família e de seus amigos que fizeram uma grande festa em Honoli’i. Hawaii Island Finals – bateria final: 1º. Kai Lenny, 14 pnts 2º. Antoine Delpero, 12.75 pnts 3º. Leco Salazar, 12.25 pnts 4º. Ikaika Kalama, 9.20 pnts Brasileiros em 2011 Leco, que em 2010 competiu em apenas duas etapas, teve uma média excelente (1º lugar no Brasil e, agora, 3º nessa etapa) e já vinha impressionando a todos durante os treinos e baterias. Nessa etapa, ele passou praticamente todas as baterias em primeiro e sua radicalidade e versatilidade de manobras foram assunto em muitos fóruns online de SUP mundo afora durante a semana. O seu enorme talento que já é bem conhecido no Brasil, vai ganhando o mundo. Em 2011, o santista correrá todas as etapas do circuito e é fortíssimo candidato ao título. Takeo: foco no Hawaii Alexandre “Magrinho” Takeo, surfou com muita radicalidade, porém, nas quartas, caiu na mesma bateria que Kai Lenny e Antoine Delpero, não conseguindo supera-los. Em entrevista concedida ao blog (clique aqui) pouco antes de embarcar, Magrinho confirmou que participará de todas as etapas em 2011. Atleta focado, ele ficará os próximos quatro meses no Hawaii, treinando SUP e Kitesurf (esporte em que também é competidor profissional). Acreditamos em uma inevitável evolução de seu surf, que irá ajuda-lo sobretudo nas etapas de Sunset e teahupoo. C.Bahia: exemplo do potencial brasileiro Além disso, fazemos votos para que outros atletas brasileiros encontrem apoio e possam correr o circuito no próximo ano. A lista é enorme e atletas como Carlos Bahia, Roberto Vieira, Renato Wanderley, Luis Saraiva, Kauli Seadi, Fabiano Tissot, Ian Vaz, Jaime Rocha, César Augusto, Jefferson Comaru, entre outros, são nomes que podem representar o Brasil de maneira impactante em 2011 se tiverem apoio e disposição para correr o mundial.
07/12/2010 —
Uma ótima dica de leitura para o final de ano é o livro “A Onda – Em busca das gigantes do oceano”, de Susan Casey, recém-lançado no Brasil pela editora Zahar. De leitura agradável e narrado em ritmo eletrizante, o livro é um estudo sério sobre ondas gigantes e os efeitos do aquecimento global em sua formação feito através da convivência da autora com três tribos que, cada qual a seu modo, se empenham em enfrentar e estudar esses monstros do mar: surfistas, capitães de barcos e cientistas. Há relatos assustadores como o de um pesquisador que sobreviveu a uma tempestade horrível no Mar do Norte, próximo à Escócia, a bordo do RRS Discovery, um navio de pesquisa que registrou e foi atingido, nesse episódio, por ondas com mais de 30 metros (aproximadamente 100 pés). Poucos tiveram a chance de voltar para contar uma história como essa. Na última década aproximadamente 600 pessoas a bordo de 130 navios desapareçam por conta de ondas dessa magnitude. Laird Hamilton é o personagem central do livro Surfistas são o grande destaque do livro e prestam um grande serviço à autora. Sobre sua experiência, Casey disse que “cientistas sabem teoria, mas muitos admitem ficar enjoados no mar. Surfistas são os mais entendidos de ondas grandes. Eles estão lá, experimentando a força do oceano. E também entendem da parte teórica”. Laird Hamilton, aliás, é o persogem central do livro e é idolatrado pela escritora, mas há participação de outros big riders também, como a brasileira Maya Gabeira. A Onda é uma ótima pedida para quem quer saber um pouco mais sobre o funciomaneto do oceano, seus perigos e seus personagens. O único “problema” é se, após ler o livro, bater aquela vontade de dropar as grandes em pleno flat de verão! Ainda bem que quem pratica SUP se diverte em qualquer condição de mar, rio ou lagoa! Serviço: A onda – Em busca das gigantes do oceano Autora: Susan Casey Editora: Zahar Site: http://www.zahar.com.br/catalogo_detalhe.asp?id=1373
03/12/2010 —
sup história, osmar gonçalves, pioneiro do stand up paddle, origem do stand up paddle
29/11/2010 —
sup história, santos,
25/11/2010 —
história do stand up paddle, origens do SUP, rico de souza, vitor marçal, haroldo ambrosio