Publicações
18/01/2011 —
A edição de janeiro/fevereiro da revista do Iate Clube de Brasília, um dos mais tradicionais clubes da cidade, apresenta capa e matéria especial sobre o crescimento e a prática do Stand Up Paddle no Lago Paranoá. A matéria é assinada por Rachel Rosa com fotos de Felipe Barreira e mostra que o SUP também cresce a mais de 1.000 km de distância do mar. Aqui você confere a matéria sobre Stand Up Paddle do Iate Clube de Brasília
17/01/2011 —
Alfredo Villas-Boas. Foto: xinguexpedition.blospot.com O brasileiro radicado em Maui, Hawaii, Alfredo Villas-Boas, está percorrendo os rios da região do Xingu, no norte do país, a bordo de um Stand Up Paddle, para sensibilizar e chamar a atenção da opinião pública para o drama enfrentado pelos povos indígenas que terão suas terras alagadas caso o projeto para a construção do Complexo Hidrelétrico de Belo Monte seja concretizado da maneira em que está no papel hoje. O projeto, batizado de “Xingu Expedition”, aceita doações e já conta com apoiadores. Fotos e vídeos podem ser acompandos através do blog Xingu Expedition. Os Kaiapos estão entre os povos ameaçados Alfredo quer levar também seu apoio aos povos indígenas e conhecer mais de perto a sua cultura. A vocação parece estar em seu sangue, já que ele é parente dos irmãos Villas-Boas, sertanistas cuja obra foi fundamental para a compreensão da cultura dos povos indígenas e respeito a suas tradições. Os irmãos Villas-Boas tiveram atuação decisiva na criação do Parque Nacional do Xingu, hoje um santuário indígena fortemente ameaçado pelo projeto. Sobre o Complexo Hidrelétrico de Belo Monte O Complexo Hidrelétrico de Belo Monte é um mega projeto para a construção de uma usina hidrelétrica no coração da Floresta Amazônia que, de acordo com o Governo, aumantará a oferta de energia no país e levará energia à região da Amazônia, onde muitas cidades ainda hoje dependem de geradores de energia ou usinas à carvão e petroleo. Entretanto, se construida de acordo com o projeto atual, a hidrelétrica de Belo Monte, inundará 100.000 hectares da floresta, impactando centenas de quilômetros do Rio Xingu. Estima-se que cerca de 40.000 pessoas, a maioria pertencente a comunidades indígenas de várias etnias que dependem do Xingu para sua sobrevivência, serão expulsas de suas terras. Os defensores da barragem justificam o projeto dizendo que ele irá suprir as demandas de energia do Brasil. Porém, um estudo realizado pela ong WWF demonstra que somente a otimização nos processos de eficiência poderia economizar o equivalente a 14 Belo Montes até 2020. Todos se beneficiariam de um planejamento genuinamente verde, entretanto há uma forte pressão por parte das empreiteiras em Brasília para que Belo Monte seja aprovada. O Presidente do IBAMA se demitiu na semana passada devido à pressão para autorizar a licença ambiental do Complexo Hidrelétrico de Belo Monte. Vale lembrar que as pressões para que o projeto de Rio Madeira, outra hidrelétrica na região amazônica, fosse aprovado foram o principal motivo da renúncia da então Ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, em 2008. Fontes: Avaaz.org / WWF / G1 notícias / xinguexpedition.blogspot.com
17/01/2011 —
Foto: James Thisted O site da Mormaii, patrocinadora de Alexandre Takeo “Magrinho”, divulgou uma seqüência irada dele mandando um drop animal em Off The Wall, uma das ondas mais cascudas da costa norte de Oahu. Segundo Magrinho, foram duas horas de espera, até conseguir encontrar a onda ideal: “em Off The Wall é preciso esperar a certa, pois a maioria das ondas fecham. Ao todo fiquei duas horas aguardando para pegar uma boa”, comenta.
16/01/2011 —
Conheça a história de Alexandre Mattei, o canoísta que juntou caiaque e Stand Up Paddle Surf, batizando a modalidade de Paddle Surf, quando ninguém sabia o que era SUP Surf. O ano é 1997. Stand Up Paddle Surf existia praticamente só no Havaí e era praticado por pouquíssimas pessoas. Nesse mesmo ano, uma reportagem feita pela TV Tribuna, filiada da Rede Globo no litoral paulista, apresentou, em uma reportagem especial para o Globo Esporte, o “Paddle Surf”, um esporte recém-criado pelo canoísta Alexandre Mattei que misturava caiaque com surf. Alexandre remava sentado em seu caiaque e, ao dropar a onda, levantava-se e passava a surfar de pé sobre o caiaque, usando o remo para auxiliá-lo nas manobras e no direcionamento. Ele não tinha a menor idéia de que no Havaí existia um esporte chamado Stand Up Paddle Surf e batizou o que fazia de “Paddle Surf” a pedido da reportagem, lançando um “embrião” do SUP por puro instinto. Essa história permaneceu esquecida até que o no final do ano passado o nosso site irmão, o SupSurf.com.br, apresentou um furo de reportagem e fez uma matéria com o vídeo de Alexandre, resgatado graças ao YouTube. Para nossa surpresa, no começo desse ano, Alexandre entrou em contato conosco enviando o vídeo para divulgação. Resolvemos então fazer umas perguntas para o cara e descobrir um pouco mais dessa história. Acompanhe o vídeo e entrevista logo abaixo: Entrevista – Alexandre Mattei O ano é 1997. Stand Up Paddle Surf existia praticamente só no Havaí e era praticado por pouquíssimas pessoas. Nesse mesmo ano, uma reportagem feita pela TV Tribuna, filiada da Rede Globo no litoral paulista, apresentou, em uma reportagem especial para o Globo Esporte, o “Paddle Surf”, um esporte recém-criado pelo canoísta Alexandre Mattei que misturava caiaque com surf. Alexandre remava sentado em seu caiaque e, ao dropar a onda, levantava-se e passava a surfar de pé sobre o caiaque, usando o remo para auxiliá-lo nas manobras e no direcionamento. Ele não tinha a menor idéia de que no Havaí existia um esporte chamado Stand Up Paddle Surf e batizou o que fazia de “Paddle Surf” a pedido da reportagem, lançando um “embrião” do SUP por puro instinto. Essa história permaneceu esquecida até que o no final do ano passado o nosso site irmão, o SupSurf.com.br, apresentou um furo de reportagem e fez uma matéria com o vídeo de Alexandre, resgatado graças ao YouTube. Para nossa surpresa, no começo desse ano, Alexandre entrou em contato conosco enviando o vídeo para divulgação. Resolvemos então fazer umas perguntas para o cara e descobrir um pouco mais dessa história. Acompanhe o vídeo e entrevista logo abaixo: Entrevista – Alexandre Mattei SUPCLUB – Há quanto tempo você pega onda de caiaque e como foi qoe surgiu a ideia de surfar de pé? Alexandre – Eu já surfava de pranchinha desde 1982, mas comecei a surfar de caiaque somente em 1996. Depois de seis meses surfando sentado, alguém me zoou, não lembro quem foi, mas falou rindo que surf mesmo tem que ficar de pé e eu topei o desafio. Pra minha surpresa deu certo! SUPCLUB – E você participa de competições de kayaksurf? Adquiri meu primeiro caiaque próprio pra manobras de surf, chamado kayaksurf em 2004, mas fui participar de competições mesmo somente em 2007, quando fui Campeão Sênior e Vice-Campeão Open. Em 2008 não competi e em 2009 fui Campeão Brasileiro Máster e Bronze na Open. Em 2010 fui Vice-campeão brasileiro na Open e Campeão Máster. Nesse mesmo ano fui Campeão Sul-americano Máster e fiquei em quinto na Open, poderia ter ficado em posição melhor na Open também, mas não veio onda pra mim na semi-final, fiquei correndo atrás de ondas e elas fugindo de mim..rs.. quem compete sabe que isso acontece (menos com o Kelly Slater). SUPCLUB – De quem foi a idéia de batizar o esporte que você criou de “paddle surf”? Alexandre – Eu surfava de pé no caiaque com muita frequência e descia altas ondas com ele, dropava despencando, de tudo quanto é jeito e comecei a gostar dele mais que o próprio surf com pranchinha. Um dia, um repórter da TV Globo estava cobrindo um campeonato de surf e me viu praticando aquela coisa esquisita com remos e, ao sair da água, ele me solicitou uma reportagem e eu topei. Marcamos o dia e eu teria que dar um nome praquilo, mas ninguém sabia como se chamava, nem os surfistas mais experientes. Daí procurei no dicionário como seria “remo” em Inglês e batizei de Paddle Surf. Foi puro bom senso, mas não imaginava que surgiria, quase dez anos depois, algo muito similar e com o mesmo nome. Além do caiaque, Alexandre se amarra em kite surf. SUPCLUB – Você já experimentou stand up paddle surf? Alexandre – Ainda não experimentei SUP, mas vontade não falta e logo encomendarei um. No momento estou morando em Joinville, região de muitos rios e agora pratico mais Creek, que é descida de corredeiras com caiaque. De vez em quando vou à praia treinar Kayaksurf, pois sou competidor e aproveito pra levar meu Kite, esporte este que eu ADORO! SUPCLUB – Como foi sua reação quando os primeiros SUP’s começaram a surgir no outside? Alexandre – O primeiro que eu vi surfando com um SUP foi o Haroldo Ambrósio, na Praia de Pitangueiras, no Guarujá, isso em 2005 ou 2006, aproximadamente, mas nem era uma prancha de SUP e sim um long 11 pés em que o Haroldo fazia milagre conseguindo remar de pé naquilo. Achei muito interessante mesmo, mas como eu era fissurado em kitesurf nem me interessei muito. Logo em seguida vi o Jorge Paccelli, o Sylvio Mancusi e o Hilton Alves também. Penso que o SUP trouxe um novo momento pro surf, pois juntou filho, pai, avô, mãe, isto é, trouxe muitas alternativas pra se aproveitar o mar e praticar surf de uma forma mais interativa com a onda. O surf estava precisando de uma inovação e o SUP trouxe
15/01/2011 —
Stand Up Paddle é destaque em dose dupla na edição de número 10 da revista virtual da Mormaii, com reportagem especial e tema da ‘Coluna do Doutor’ assinada por Morongo, fundador e “Big Boss” da empresa. Vale a pena conferir. Aqui você lê sobre stand up paddle na revista da Mormaii
11/01/2011 —
Detalhe do acabamento Já as pranchas foram encomendadas em três modelos da série Dimond: a Diamond Wood 9’6”, feita com lâminas de madeira náutica e fiberglass, combinadas na forma “sanduíche” com camadas de PVC e resina epóxi; a Dimond LTD 9’6” (limited edition), construída em camadas de PVC e resina epóxi e a Dimond Classic 10’2”, também feita em epóxi e camadas de PVC na forma de “sanduíche”, contando com longarina dupla de madeira para aumentar a resistência da prancha. As pranchas já vem com deck anti-derrapante de fábrica, o que garante um acabamento perfeito.
10/01/2011 —
A International Surfing Association (ISA), federação internacional sem fins lucrativos voltada para o desenvolvimento do surf, reconhecida pelo Comitê Olímpico Internacional como Autoridade Mundial de Surfe, confirmou à reportagem do SUP CLUB, via e-mail, que planeja realizar em 2011 um campeonato mundial de Stand Up Paddle. Para tanto, vem se reunindo com representantes de países com potencial para sediar o evento e possíveis patrocinadores. De acordo com o comunicado, a entidade espera em breve poder dar maiores detalhes e confirmar o evento, que sem dúvida será muito importante para o crescimento do SUP. A ISA realiza anualmente importantes campeonatos de surf reconhecidos mundialmente, tais como os mundiais de surf categorias Junior e Master, Bodyboard, Kneeboard, Tandem Surf e, se tudo der certo, um mundial de Stand Up Paddle.
09/01/2011 —
Pira e Joca, sua sucuri de estimação, cavando com estilo na Pororoca. Arte: Ivan Nóbrega Pira da Pororoca é um personagem de história em quadrinhos criado pelo designer Ivan Nóbrega para concorrer ao Prêmio Abril de Personagens 2010. O tema é livre e o público alvo são crianças de 7 a 12 anos (o resultado sairá no final de Janeiro). Sérgio Laus. Foto: op.com.br/blog/ Ivan nasceu em Brasília, viveu 20 anos em São Paulo e atualmente vive em São Sebastião, litoral norte de SP. SUP surfista e amante da natureza, inspirou-se no movimento ‘Surfando na Selva’, criado por Serginho Laus, para compor o personagem. Ele conta que Laus, ao saber da idéia, não só a aprovou como também ficou muito interessado no projeto: “para minha surpresa, Serginho, que também é ambientalista, se empolgou com o projeto e estamos estudando uma parceria”. Trecho da história “Pirou na China” O roteiro da primeira história – Pirou na China – e os desenhos foram feitos de forma intuitiva. Como designer Ivan já produziu muitos storyboards sob encomenda, mas é a primeira vez que se dedica a um projeto inteiramente seu: “esse desafio é bem diferente. Muito mais divertido com certeza”, conta. Seu personagem, Pira da Pororoca, sai do lugar-comum reservado aos índios retratados em histórias em quadrinhos: um jovem índio que vive em uma realidade diferente, com acesso à educação e informação de padrões internacionais. Fissurado por tecnologia, ele vira celebridade surfando a pororoca com Joca, sua sucuri de estimação, quando seu vídeo é visto por milhões de pessoas na internet. Independente do prêmio, Pira da Pororoca conquistou Ivan, que se apaixonou pelo projeto durante o processo de criação: “Pira e sua turma foram surgindo quase que ‘espiritualmente’. Na verdade sou um amante do surfe e da natureza. Pira é uma consequencia disso. O mundo vive uma grande crise ambiental e as pessoas estão se conscientizando cada vez mais. Temos obrigação de conscientizar nossas crianças que serão as grandes beneficiadas dos movimentos ambientalistas”, finaliza. Para conhecer mais sobre Pira da Pororoca e sua turma, acesse www.arteria.com.br/pira. A história “Pirou na China”, além de outras fotos e informações sobre Pira, seu Stand Up Paddle e sua turma podem ser conferidos em sua página no Facebook, Pira da Pororoca. Para mais informações sobre o projeto Surfando na Selva clique aqui.
07/01/2011 —
Sunny Garcia. Foto: suplove.com.au Seguindo a tendência adotada por muitos fabricantes de pranchas de SUP, que laçam séries de shapes com assinatura de nomes de destaque como Laird Hamilton, Gerry Lopez, Jamie Mitchel e, no Brasil, Leco e Picuruta Salazar, a australiana Suplove fechou parceria com o ex-campeão mundial de surf e seis vezes campeão da Tríplice Coroa Havaiana, Sunny Garcia, para lançar uma prancha de SUP com a assinatura . O lançamento da prancha será neste final de semana, durante a Surf Expo, feira de surf e beach wear que acontece em Orlando, Flórida, EUA. Fonte: divulgação Suplove.
06/01/2011 —
Foto: Simon Chillingworth A história do Skateboarding já é bem conhecida: um grupo de surfistas da Califórnia, entediado com a falta de ondas no verão, resolveu colocar eixos de patins em shapes de madeira e deslizar pelo asfalto executando manobras semelhantes às do surf. Agora, uma variação do Stand Up Paddle para o asfalto começa a ganhar popularidade: o “Paddle Skateboarding” ou “SUP Skate”. O shape mais usado para a prática é o modelo tradicional de Skate Longboard, mas também pode ser praticado em outros modelos, como o Carveboard, por exemplo. O “remo” é, na verdade, uma barra de madeira, fiberglass ou fibra de carbono, em comprimentos variados, de acordo com a altura do praticante, semelhante aos remos do SUP. Porém, no lugar da pá do remo, há uma roda estática de borracha fixada à madeira, que serve para amortecer e ao mesmo tempo dar impulsão. Detalhe das rodas fixas. Foto: supsurf.tv Criado em 2007, no Hawaii, pela empresa Kahuna Creations, os “Big Kahuna Sticks” vão aos poucos ganhando espaço nas lojas especializadas. Quem já experimentou garante que é um ótimo exercício para o SUP, sobretudo o SUP Surf, pois os mesmos grupos musculares são utilizados e ainda é possível desenvolver manobras específicas, inspiradas em atividades de cross-training. Se você está sem tempo para remar na praia, rio ou lagoa mais próxima, o SUP Skate é uma bela alternativa.