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Campeonato norte-americano de SUP em rios será em junho

14/03/2011 —

Além das tradicionas disputas de SUP Cross, haverá também SUP Surf em ondas de rio. Foto: Todd Patrick A tradicional marca de SUP C4 Waterman novamente se uniu à Aspen Kayak & SUP e à EnviroAction Productions para anunciar o “Whitewater Stand Up Paddling Championship 2011”, o campeonato norte-americano de SUP em rios. O evento será realizado no segundo final de semana de junho, dias 11 e 12, e será divido em três diferentes modalidades. A partir de sábado, supitas testarão seus limites descendo as corredeiras classe II e III da South Canyon, em Glenwood Springs, Colorado. Em seguida, haverá uma prova de SUP Cross por equipes, onde quatro atletas, por equipe, deverão correr em revezamento por uma distância de 100 metros, que inclui uma rampa de cimento até a margem do rio, para depois pegarem suas pranchas para uma disputa de race em uma distância de 650 metros. No domingo a competição mais inusitada: SUP Surf no pico conhecido como “G-wave”, uma onda estática formada pelo atrito de uma laje contra o fluxo do rio que permite a execução de manobras como cutbacks, rasgadas e até 360. Após a competição de surf, será realizada uma grande festa de encerramento onde serão premiados os campeões do evento. SUP em água doce Parte I . SUP em água doce Parte II SUP em água doce Parte III Ouvir Ler foneticamente Supistas de outros países são aguardados e Paul Tefft, um dos organizadores do evento, convida a todos os supistas brasileiros a participar do evento: “esperamos receber supistas do Brasil esse ano, vocês são bem vindos” afirma. Para maiores informações acesse: http://www.whitewatersupchampionship.com/   + informação   Conheça a série de reportagens exclusivas do SUPCLUB sobre o SUP em rios e lagos clicando nos links abaixo:

Luis “Animal” Carlos Guido vence a Race no 2º SUP Cross Amerad

13/03/2011 —

Animal à direita da foto junto aos cinco finalistas da categoria Race.  Disputas eletrizantes marcaram a segunda edição do SUP Cross Amerad na manhã de hoje, na praia do Gonzaguinha em São Vicente. Na categoria principal, a Race, Luis “Animal” Carlos Guido, largou muito bem e manteve o ritmo forte para chegar em primeiro lugar. Monica Pasco mostrou muita disposição para vencer na SUP Race e na SUP Surf femino. Marcelo Lins, venceu a categoria SUP Surf Masculino e o legend Neno Matos mostrou que é casca grossa vencendo nas duas categorias da master masculino. Suzete Villela venceu a Master feminino e Caroline Lima foi a grande campeã do SUP Kids.

Supistas de Brasília criam grupo virtual para troca de informações

12/03/2011 —

O SUP não para de crescer em Brasília. Foto: supembrasilia.com.br Uma boa idéia adotada pelos supistas de Brasília pode servir de exemplo para facilitar a comunicação entre supistas de outras partes do Brasil para troca de mensagens sobre tópicos específicos.   O supista local de Brasília, Breno Doria Felicio, contactou o SUPCLUB.com.br para divulgar o recém criado grupo virtual de discussão para a galera do SUP de Brasília, o Stand up paddle Brasília-DF, no googles group.   Grupos virtuais, como próprio nome diz, são grupos criados na internet com a finalidade de viabializar a troca de informação ou discussão sobre algum tema de comum interesse dos participantes do grupo. É possível compartilhar documentos, imagens ou outras informações. Qualquer membro pode visualizar, contribuir e comentar a partir da página do grupo. Os mais conhecidos são o googles group e o yahoo groups, mas existem muitos outros.   Breno pretende com a criação do grupo criar um ponto de encontro virtual para que a galera do sup de Brasília tenha oportunidade de trocar informação, organizar passeios e campeonatos.   Para conhecer o ‘Stand up paddle Brasília-DF’ visite a home page do grupo: http://groups.google.com/group/stand-up-paddle-brasilia-df   Para participar grupo, envie um e-mail para: [email protected]

Stand Up Paddle inspira a criação de novos esportes

10/03/2011 —

Assim como o skate e o body board foram inventados inspirados no surf, para atender a determindas necessidades enfrentadas por seus criadores, o Stand Up Paddle também anda inspirando “professores pardais” mundo afora. Dois exemplos são o Shark Paddle e o SUP Ski.  Shark Paddle    Jason Starr mais um “prof. Pardal” a testar sua invenção. Foto: starrsurfskis.com O norte-americano, Jason Starr, de Colchester, Vermont, passou os últimos cinco anos de sua vida trabalhando em seu projeto inspirado no SUP, o SUP Ski, que é exatamente o que seu nome diz: remar e surfar em cima de dois esquis projetados para flutuar sobre a água com o auxílio de um remo de dupla face, aos moldes dos remos de kaiak. Jason, inclusive, já patenteou toda a idéia. Ou seja, não apenas as pranchas (ou skis, como queira), mas até mesmo o “método” propriamente dito foi patenteado, incluindo o uso de um jet ski para rebocar o praticante nas ondas. A idéia de esquiar nas ondas, por mais exótica que pareça, já foi experimentada por feras do quilate de Chuck Patterson, que em Janeiro desse ano foi visto fazendo tow in em Jaws, surfando, ou melhor, “esquiando” a temida onda havaiana rebocado por um jet ski.Jason está realmente empenhado em revolucionar os watersports e para tanto, criou um site, o http://www.starrsurfskis.com onde divulga toda a informação disponível sobre esse novo esporte, incluindo vídeos, fotos e depoimentos. Abaixo você confere um vídeo sobre o SUP Ski: Free Water Skiing, Part 2 from Jason Starr on Vimeo.  + Informação  Leia a entrevista com Alexandre Mattei feita pelo SUP CLUB clicando aqui

Praticante de Stand Up Paddle relata os efeitos positivos do SUP em sua vida

07/03/2011 —

Cristiane e Renato. Foto: Eduardo Marcelo Nicastro (papão) Confira baixo o depoimento muito legal feito por Cristiane Zamari Diogo sobre os efeitos positivos da prática do SUP em sua vida. Ela e Renato, seu marido, são presença constante nas animadas expedições que a galera do SUP de Santos promove nos finais de semana, saindo da Ponta da Praia em direção a praias desertas no Guarujá. Quem pratica SUP sabe: é um esporte que proporciona benefícios que vão muito além do físico. O Stand Up Paddle tem feito um bem imensurável na minha vida. Tenho vencido meus limites e obstáculos (físicos e emocionais), tenho conhecido pessoas incríveis e também remado com pessoas que se para mim já eram especiais, se tornaram ainda mais.  O contato direto com a natureza é um prazer inexplicável em palavras, tem que sentir! A troca de experiências e o aprendizado constante, assim como o respeito ao limite do próximo são coisas que também tenho vivenciado no esporte. A gente tem a oportunidade de refletir muito, e como para mim se tornou um esporte comum com meu marido, posso dizer que rola até DR no mar, essa se tornou a nossa nova “terapia” de casal… E se existe um bom conselho que eu possa dar às minhas amigas casadas é que separem um tempo semanal para fazerem algo só com seus maridos e que isso aconteça em ambientes naturais, nem que seja uma caminhada no parque ou na orla, ou até mesmo no mar, pois isso vale muito a pena!!! Isso vale para os meus amigos casados também!!! Enfim, a todos que quiserem experimentar, será um prazer! Beijo enorme e bom carnaval!  Por Cristiane Zamari Diogo

1º Água Limpa Ubatuba reúne 50 praticantes de Stand Up Paddle em ação ecológica

05/03/2011 —

Chati rema na canoa havaiana dando suporte aos supistas. Foto: Luis Pavão/ Ubatuba em Revista Aproximadamente 50 praticantes do Stand Up Paddle (SUP) de Ubatuba promoveram no último domingo, 27, o “1º Água Limpa Ubatuba 2011”. Os supistas saíram do Píer, no Itaguá, percorrendo a orla, até chegar na praia do Matarazzo onde fizeram a coleta. Outro grupo foi até o Perequê-Açu, também recolhendo detritos do mar e da costeira e parte da equipe ficou em terra, percorrendo toda a praia do Itaguá a pé, fazendo a limpeza da areia. Ao final todos se reencontraram no Píer, onde celebraram o sucesso da ação. “Se por um lado foi bom, por termos atingido nosso objetivo, que era a coleta de lixo, por outro ficamos tristes ao ver que o homem continua poluindo nossa natureza”, declarou Luiz Claudio Graglia, o “Huka”, um dos organizadores do evento. “Agora vamos pensar em promover a próxima ação, pois todos estão muito animados com a iniciativa”, disse o organizador. Durante a ação, a Prefeitura de Ubatuba distribuiu livretos, panfletos e vales-mudas aos participantes e colaborou na infraestrutura do evento. Os interessados em obter mais informações sobre os próximos eventos da UbatubaSUP podem entrar em contato (12) 7814-2436. O “1º Água Limpa Ubatuba 2011” foi organizado por Luiz Huka, Fábio Chati e UbatubaSUP, com o apoio da Prefeitura de Ubatuba, Anhanguera, Aldeia Hostel, Aquário de Ubatuba, Pousada Estrela do Mar, SOS Praias do Brasil, Prolim, Ubatuba em Revista e Barquario. Fonte: Assessoria de Comunicação – Prefeitura Municipal de Ubatuba

Stand Up Paddle é destaque na edição 17 de Ubatuba em Revista

04/03/2011 —

Editora australiana de fitness conta sua experiência com o SUP

02/03/2011 —

kris abbey. Foto: rescu.com.au Kris Abbey, editora de fitness das revistas australianas Better Health and Spa Life Magazine, foi convidada por um amigo a fazer uma aula de SUP e ficou fascinada. A experiência foi tão positiva que ela publicou um longo texto em seu blog descrevendo sua experiência e os benefícios proporcionados pelo Stand Up Paddle, um esporte que descreveu como um treino maravilhoso para o corpo, mente e alma. Abaixo você confere uma tradução livre dos melhores momentos do texto de Kris feita pelo SUPCLUB. O texto original, em inglês, pode ser conferido clicando aqui. Os Benefícios do SUP Tudo começou após um convite de meu amigo Matt Grainger, da Manly Surf School para experimentar o SUP. A aula de Iniciação aconteceu em uma lagoa de águas calmas. Isso ajuda a começar a desenvolver o equilíbrio, bem como a dominar algumas habilidades básicas de remada para mover e controlar a prancha. Estas habilidades são aprendidas de maneira muito mais fácil em águas tranqüilas, uma vez que elementos externos como ondas e ventos fortes não permitem que o iniciante se concentre totalmente no SUP. “Os benefícios emocionais não podem ser subestimados” Quando ele sentiu que eu estava controlando a prancha e o remo sem precisar de ajuda, me levou para o mar. A parte mais difícil foi passar a arrebentação. Como as ondas vêm em séries, assim que a última onda quebrou, Matt me instruiu a remar deitada sobre a prancha, exatamente como os surfistas, com toda força, até ultrapassar a linha da arrebentação. Este é um ótimo treino para os ombros, costas e braços. E isso certamente faz seu coração funcionar e acelera seus batimentos cardíacos. Não só pelo exercício, mas também porque a tentativa de vencer as ondas é emocionante! Uma vez que você está fora da zona de impacto, uma sensação de calma prevalece. E aqui eu finalmente percebi o que há de tão viciante sobre o surf (além da emoção de surfar uma onda), que é esse sentimento de paz. Quando eu sento na minha prancha, embalada pelo leve balanço do movimento da água abaixo, tudo no mundo é esquecido. Essa distância de 200m que me separa da praia e do contato com a realidade, pode muito bem se transformar em 200 mil km de distância. Como a água do oceano é muito mais turbulenta do que a água parada da lagoa. Eu naturalmente contraio os músculos da barriga para manter o equilíbrio. E como descrever a sensação de estar em cima do oceano, deslizando sobre a água e sentindo-se gradualmente no controle da situação? Um grande sentimento de amor à mãe natureza me invade, ao mesmo tempo em que procuro não temer o que possa aparecer em baixo da prancha. A sensação do medo vai se misturando à sensação de serenidade. Remamos tranqüilamente por cerca de 30 minutos. Meu objetivo é, definitivamente, trabalhar bem braços e ombros. Mas os benefícios emocionais não podem ser subestimados. Totalmente perdida no momento, surpreendo-me quão rápido o tempo passou quando Matt sinaliza que e é hora de voltar. Temos duas opções aqui: você pode aproveitar a onda e surfar em pé de volta à praia ou pode ficar na posição horizontal e usar o sup como um body board. Então, de volta a terra firme, estou me sentindo um pouco cansada e muito inspirada. Encontrei um ótimo passatempo que pode ser desfrutado por qualquer pessoa. Um treino maravilhoso para o corpo, mente e alma. Stand Up Paddle é um esporte ideal para cross-training (treinar outras modalidades aeróbias enquanto você descansa da sua atividade principal), concentrando-se em suas pernas, costas, pés, braços, pescoço e ombros. Este esporte também é perfeito para aqueles que procuram um exercício de reabilitação mais divertido do que ficar dando voltas de natação na piscina. Por Kris Abbey, Fitness Expert Tradução livre: SUPCLUB

Vento Sul reúne a galera do Stand Up Paddle em Garopaba

01/03/2011 —

                                                                        Foto: gmidia.com Realizado no último domingo, 27/02, na praia central de Garopaba, o Vento Sul Stand Up Festival, reuniu alguns dos melhores supistas da região sul do país para a realização de uma prova de SUP Cross, com o percurso de 4km e a inédita prova de SUP Surf Expression Session, que premiou as três melhores manobras de SUP Surf.   O evento, previamente marcado para sábado, foi transferido para domingo por conta das condições climáticas nada favoráveis ao SUP no primeiro dia. A decisão provou-se acertada, pois no domingo as condições estavam muito boas. Além disso, o evento de surf para a garotada, o V Garopaba Open Surf For Kids, que rolou juntamente com o festival de SUP, fortaleceu o clima família durante as competições e o espírito Aloha predominou durante todo o festival. Na categoria SUP Cross, Beto Vincentin foi o grande campeão, completando percurso de 4km com o tempo de 27’25’. Na SUP Expression Session, quem levou a melhor foi Guilherme Viana, que levantou a galera após completar uma forte rasgada na junção.    Fonte: gmidia.com 

Entrevista: Hilton Alves e a SUP Arte

24/02/2011 —

  Dawn Patrol – Arte Hilton Alves Hilton consegue como poucos reproduzir e eternizar paisagens e momentos de rara beleza proporcionados pelo contato com o mar que habitam a memória de quem pratica ou admira esportes como SUP, mergulho ou surf. Conheça um pouco de sua história na entrevista a seguir.   SUPCLUB – Você fez alguma escola de artes, teve algum professor ou é autodidata?   Hilton – Sou autodidata, mas todos nos na vida temos professores né? Direta e indiretamente. Meu pai foi o maior professor de todos, ele não pintava, mas me ensinou a nunca desistir de sonhar e arte tem tudo a ver com sonhos, ideias, etc. Mas ao longo dos anos tive e tenho grandes amigos que me ajudaram de alguma forma a evoluir como artista e pessoa. SUPCLUB – O teu trabalho como artista recebe influência de outros artistas? Quem são os pintores que você mais admira? Hilton – Quando comecei a pintar, em 2000, não tive nenhuma influência. Aliás, surfista pintando na época não existia quase no Brasil. O que me influenciou foi o mar mesmo, as minhas experiências na água, minha visão, etc. A partir de 2004 que comecei a me espelhar mais em outros artistas e o que mais me identifico é o Wyland, artista que pintou os maiores murais do mundo retratando a vida marinha e usa a arte para fazer a diferença na vida das crianças e pessoas mundo afora. Este é um dos meus objetivos também, por isso me identifico com ele.  SUPCLUB – Quem surgiu primeiro: o artista ou o surfista? Como foi o seu início no surf e nas artes?  Hilton – Bom, se contarmos os desenhos, creio que o artista veio primeiro. Pois desenho desde meus três anos, pelo que lembro. Já o surfista foi quando eu tinha 10 anos de idade. Morava no Guarujá e iniciei no esporte junto com meu irmão Wallace surfando com pranchas de isopor. A arte em telas veio dez anos depois, no ano de 2000. Dai em diante nunca mais parei, hoje brinco dizendo que foi “amor a primeira tinta” (risos).  Dawn Patrol – Arte Hilton Alves Hilton consegue como poucos reproduzir e eternizar paisagens e momentos de rara beleza proporcionados pelo contato com o mar que habitam a memória de quem pratica ou admira esportes como SUP, mergulho ou surf. Conheça um pouco de sua história na entrevista a seguir.   SUPCLUB – Você fez alguma escola de artes, teve algum professor ou é autodidata?   Hilton – Sou autodidata, mas todos nos na vida temos professores né? Direta e indiretamente. Meu pai foi o maior professor de todos, ele não pintava, mas me ensinou a nunca desistir de sonhar e arte tem tudo a ver com sonhos, ideias, etc. Mas ao longo dos anos tive e tenho grandes amigos que me ajudaram de alguma forma a evoluir como artista e pessoa. SUPCLUB – O teu trabalho como artista recebe influência de outros artistas? Quem são os pintores que você mais admira? Hilton – Quando comecei a pintar, em 2000, não tive nenhuma influência. Aliás, surfista pintando na época não existia quase no Brasil. O que me influenciou foi o mar mesmo, as minhas experiências na água, minha visão, etc. A partir de 2004 que comecei a me espelhar mais em outros artistas e o que mais me identifico é o Wyland, artista que pintou os maiores murais do mundo retratando a vida marinha e usa a arte para fazer a diferença na vida das crianças e pessoas mundo afora. Este é um dos meus objetivos também, por isso me identifico com ele.  SUPCLUB – Quem surgiu primeiro: o artista ou o surfista? Como foi o seu início no surf e nas artes?  Hilton – Bom, se contarmos os desenhos, creio que o artista veio primeiro. Pois desenho desde meus três anos, pelo que lembro. Já o surfista foi quando eu tinha 10 anos de idade. Morava no Guarujá e iniciei no esporte junto com meu irmão Wallace surfando com pranchas de isopor. A arte em telas veio dez anos depois, no ano de 2000. Dai em diante nunca mais parei, hoje brinco dizendo que foi “amor a primeira tinta” (risos).  O belíssimo Kahuku Mural feito por Hilton no Hawaii.   SUPCLUB – Como funciona o seu processo de criação? Quando você vê uma tela em branco você já sabe exatamente o que pintar ou os desenhos vão fluindo? Hilton – Eu vivo de ideias e ideias são muitas. Às vezes uma conversa, uma experiência, uma foto, etc., faz com que eu visualize uma pintura. Mas geralmente quando vejo uma parede em branco, tela, ou a superficie que for, eu consigo visualizar algo ou me visualizo já assinando meu nome como estivesse finalizando a arte. É difícil de explicar, até eu mesmo às vezes acho que em certas pinturas não fui eu que pintei. Tipo alguém usou minha mão para pintar aquilo, sei lá. Quando termino a arte eu paro e pergunto: fui eu mesmo que fiz isso? Sempre tem algo que prefiro não entender em relação ao meu talento. Waterman Family – Arte Hilton Alves SUPCLUB – Como foi o inicio no Hawaii? Como surgiram os primeiros convites para trabalhos?  Hilton – Eu cheguei aqui em agosto de 2007 e fui apresentado ao Eddie Rothman, dono da Da Hui. A partir de 2008 eu comecei um relacionamento forte com a comunidade havaiana, na qual desenvolvo murais nas escolas e ensino a molecada um pouco da minha arte. Tive total apoio do Eddie em relação a isso. Até morei na casa da Da Hui por 6 meses e isso ajudou a abrir as portas aqui em Oahu. Desde então fiz trabalhos para a C4 Waterman, Da Hui, Go Nuts, entre outros. SUPCLUB – Tem algum trabalho seu que você queria comentar, algo que te marcou, no Hawaii ou no Brasil? Hilton – Eu poderia citar os murais que faço por aqui no Hawaii, em especial o de

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