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11/04/2011 —
Galera reunida posa para foto com lixo recolhido na praia. Movimento une lazer e consciência ambiental Praticantes de Stand Up Paddle da Baixada Santista, cansados de encontrar tanto lixo boiando no mar e em praias desertas por onde costumam remar, resolveram arregaçar as mangas e passaram a trazer de volta para a correta destinação o máximo do lixo que conseguem trazer. A idéia rapidamente ganhou apoio de outros remadores e virou um movimento, o “SUP Consciente”. Sem muito alarde e sem a pretensão de “salvar o mundo”, o SUP Consciente é um movimento formado por amigos que tem em comum o amor pelo SUP e a consciência de que o cuidado com o lixo é uma responsabilidade de todos. Se cada um adotasse medidas básicas como não jogar lixo fora de lixeiras e exigisse dos governantes maior seriedade quanto a destinação e tratamento do lixo, muitas mortes de animais marinhos seriam evitadas, além da redução drástica de problemas de saúde pública causados por proliferações de doenças e viroses. Mesmo a quilômetros de distância da praia, a maioria do lixo jogado irresponsavelmente em vias públicas acaba no mar. Conversamos com Eduardo Marcelo Nicastro e Cristiane Diogo, idealizadores do movimento que atenciosamente responderam às perguntas do SUPCLUB. Confira a entrevista abaixo: Cristiane e Eduardo Marcelo. Foto: arquivo pessoal SUPCLUB – como surgiu a idéia do ‘SUP Consciente’? Em uma de nossas remadas, o excesso de lixo encontrado no mar nos chamou a atenção e nos incomodou bastante. Chegando na Praia do Sangava (praia deserta localizada entre Santos e Guarujá acessível somente por mar), nosso destino naquele dia, começamos a notar mais lixo na areia e começamos a conversar sobre isso, e a pergunta foi: por que existe tanto lixo nas praias? Por que e por onde ele chegou aqui? Há quanto tempo esse lixo deve estar aqui? E enfim, o que nós poderíamos fazer para tentar eliminar isso através do Stand Up? Nós resolvemos então, em comum acordo, fazer alguma coisa, e não ficarmos mais ignorando o lixo passando por nós sem nada fazer. A decisão foi de coração e sem nenhuma pretensão de salvar o mundo, e sim fazermos a nossa parte sem qualquer obrigação por trás disso. E acabamos chegando a uma conclusão, a conscientização ambiental sem obrigação é o melhor caminho. . SUPCLUB – Por que vocês resolveram criar esse movimento? Resolvemos criar esse movimento por notarmos que as pessoas ignoram o lixo, seja na rua, na praia, nas casas que beiram nossos rios, em todo lugar você encontra um plástico ou um papel jogado e ignorado pelas pessoas! A maioria delas simplesmente não se importa com isso. E por termos uma boa visão remando no Stand Up Paddle, e a facilidade de retirarmos o lixo do mar e por estarmos sempre muito perto desses lixos boiando. Por isso demos início a esse trabalho, com a intenção de conscientizar as pessoas sobre o lixo que é jogado ao mar, tem muito lixo em nossos rios e que a correnteza do mar leva embora, mas traz de volta com as marés, em um ciclo vicioso, já vi a mesma boneca sem um dos braços boiando com ‘cracas’ por dias em nosso canal na ponta da praia em Santos-SP, e escutei vários comentários sobre essa boneca com o pessoal que remava comigo em vários dias diferentes, e que ninguém retirou! Eu fiquei com a consciência pesada sobre isso! Hoje eu vejo e retiro com a maior satisfação, a cada plástico retirado do mar parece que um peso sai de nossas costas, nos sentimos de alma lavada, com sentimento de missão cumprida. Paisagens lindas fazem parte do ‘pacote’. Foto: arquivo pessoal SUPCLUB – o que mais chama a atenção no lixo que vocês encontram na praia? As garrafas pet que estão há muito tempo boiando, já com limo e ‘cracas’. Mas o lixo encontrado é de uma diversidade tamanha: escova de dentes, detergentes, shampoos, calçados em geral, potes de comida, embalagens plásticas, baldes, sacos de lixo, sapatinhos de bebês, fraldas, seringas descartáveis, garrafas de vidro, muita corda, redes de pesca, linhas de pesca, latas diversas, pneus, isopor, sacos de café, já presenciei até um tubo de televisão e um sofá boiando. É muito triste ver praias lindas de nossa região com esse tipo de lixo boiando, trazido pelas correntes e ondas. Triste e preocupante, pois não sabemos a procedência desse lixo, sendo que muitos deles são altamente nocivos, contaminando o meio ambiente e ameaçando a saúde da população. As pessoas não tem noção do estrago que estão fazendo lançando o lixo em lugares inadequados, por isso a conscientização ambiental é tão importante. . SUPCLUB – Tem algum tipo de lixo mais comum? Sem dúvida nenhuma, sacolas plásticas e garrafas pets são os mais comuns. . SUPCLUB – como vocês se organizam para fazer os passeios? Nos organizamos pelo Facebook com amigos e conhecidos e por telefone inicialmente. Mas se alguém se sentir preparado e disposto a ajudar e quiser participar será muito bem vindo, trocamos experiências de remadas anteriores com a galera nova, nunca deixamos ninguém para trás, procuramos remar na mesma velocidade, se uma turma vai remando mais à frente dos demais, esperam em locais estratégicos. Eu que tenho mais experiência nesse trajeto de SUP, estarei sempre com os últimos da turma para dar força e explicar como é possível chegar sem exigir tanto do corpo, temos pontos onde podemos parar para descansar, beber água e prosseguir. E logo o percurso se torna algo tão prazeroso que todo mundo curte. Trazendo o lixo de volta. A sensação de satisfação por fazer o bem não tem preço. SUPCLUB – tem um dia certo, horário, como funciona? Nossos passeios estão marcados para todos os sábados às 7h da manhã no Deck do Pescador – Ponta da Praia, em Santos-SP, e só cancelamos se o mar e o tempo não derem condições. Funciona da seguinte maneira: cada participante traz um saco de lixo, uma luva de
08/04/2011 —
06/04/2011 —
Mais um bom exemplo dado pela galera do SUP. Foto: torres.rs.gov . Praticantes de Stand Up Paddle da cidade de Torres, litoral do Rio Grande do Sul, deram um bom exemplo e participaram de uma ação em prol da limpeza da Lagoa do Violão, retirando o lixo encontrado na lagoa para sua correta deposição em sacos apropriados. O ato chamou atenção da comunidade que também ajudou na limpeza. A ação de limpeza da Lagoa do Violão marcou o encerramento do projeto Corsan Águas de Março, projeto que proporcionou ao longo do mês diversos eventos esportivos e foi resultado de uma parceria entre a Prefeitura de Torres, Corsan, Secretaria de Habitação e do Saneamento Básico do Governo do Estado, Secretaria de Turismo, Comércio e Indústria, Secretaria do meio Ambiente de Torres, e Billabong. Fonte: Prefeitura Municipal de Torres
05/04/2011 —
sup
04/04/2011 —
Dia 17 de abril, domingo, acontece na Riviera de São Lorenço, Bertioga o 1º Encontro de Surf a Remo 2001. O Evento tem como objetivo realizar uma grande confraternização entre os mais variados tipos de modalidades de suar a remo e é guardada a presença de atletas de Waveskie, Kayaksurf, da nova modalidade Shark Paddle e também Stand Up Paddle. Apesar do caráter de encontro do evento, a organização pretende realizar baterias de surf treino entre os atletas se houver número suficiente de participantes por modalidade. A videoprodutora Rota dos Tubos, do filmaker profissional Marcelo Bomfim, registrará todo o evento. Mapa de localização. Clique para ampliar Juntamente com o evento acontecera o Programa Praia Acessível, cujo propósito é incentivar pessoas portadoras de deficiência e idosos a entrar em contato com o mar. Para tanto haverá terá três cadeiras anfíbias à disposição e monitores de plantão.
01/04/2011 —
Clique para ampliar A Associação Gaúcha de Stand Up Paddle (AGASUP) juntamente com a Associação de Surf e Proteção de Atlântida (ASPA), convidam a todos os amantes do SUP para o 1º SUP Day na praia de Atlântida, litoral do Rio Grande do Sul. O encontro será nesse domingo, 03/11, às 8h00 da manhã no Aloha Bar, na beira da Plataforma de Atlântida. Será um evento aberto, com objetivo de confraternização com muito espírito Aloha e toda a família está convida. E claro, como não poderia faltar em uma confraternização gaúcha, a organização sugere a todos os participantes que levem chimarrão, uma carninha, uma cervejinha! A Art in Surf cederá equipamentos para test drive e editará um vídeo de confraternização do encontro. Para maiores informações: Facebook/ Agsup
31/03/2011 —
Magrinho em Phantons. Foto: James Thisted De volta ao Brasil após uma temporada de quatro meses no Hawaii, Alexandre Takeo, o Magrinho, em sua segunda entrevista para o SUPCLUB, trocou uma ideia sobre essa experiência, relação entre surfistas tradicionais e supistas no crowd do North Shore e preparação para o mundial. Confira. SUPCLUB – Qual a sensação de praticar SUP no Hawaii? Magrinho – Difícil descrever. É uma sensação única. Só estando lá mesmo para sentir a pressão daquela maquina de onda que é o Nort Shore! SUPCLUB – Como está a cena de SUP no Hawaii? Em relação ao SUP Surf, há praias onde é proibido praticar? Magrinho – O SUP está bastante popular no Hawaii. Você pode praticar em qualquer praia, mas tem que tem ter bom senso para escolher onde surfar de SUP. SUPCLUB – E como é a relação entre surfistas e supistas por lá? Há estresse no crowd? Como funciona a chegada no lineup de SUP? Magrinho – É uma relação um pouco tensa. Não é muito agradável. Rola estresse sim no meio do crowd, mas graça as a Deus não tive nenhum problema. E em alguns picos é considerado falta de respeito ficar remando em pé no meio do crowd. Nesses lineups você rema deitado por entre os surfistas. É uma questão de respeito às regras daquele pico. SUPCLUB – Como foi a sua relação com os locais? Você com essa “cara de havaiano” levou alguma boiada lá? (risos) Magrinho – Com certeza me ajudou muito! (risos) Não tive problema com nenhum local. SUPCLUB – Em que aspecto você acredita que seu SUP Surf evoluiu? Magrinho – Acredito que nesses quatro meses de Hawaii ganhei experiência em ondas grandes principalmente. SUPCLUB – Algum momento marcante dessa trip que você queira contar? Magrinho – O fotografo James Thisted falando para mim de frente para Off The Wall 8 a 10 pés: “magrinho se você entrar ali, você vai ser o primeiro brasileiro a dropar Off The Wall de stand up paddle.” Fiquei na areia pensando no que ele tinha me falado e olhando aquelas bombas explodindo naquela bancada rasa com pedras brotando de todos os lados. Então resolvi entrar e deu tudo certo. Peguei minhas ondas e o James clicou o moment. Tudo de bom. E sensação de trabalho feito! SUPCLUB – Como está sua preparação para a próxima etapa do mundial? Magrinho – Quatro horas de surf e alongamento todos os dias e na alimentação, proteína, carboidrato e muita salada e frutas.
30/03/2011 —
Amendoim rema forte para alcançar a importante segunda colocação por equipes. Foto: Mike Muir A equipe “Riviera” formada por Alessandro Matero, Thomas Maximus e Brad Rambo conquistou a segunda colocação na “Catalina Challenge 2011”, tradicional prova californiana de SUP Race de revezamento por equipes com largada na ilha de Catalina até cidade de Dana Point percorrendo uma distância de aproximados 70 quilometros. A prova atraiu alguns dos melhores remadores da atualidade de OC1, OC2, Paddleboard e Stand Up Paddle. A equipe “Ohana” formada por Tom Gallagher, Rob Rojas e Anthony Vela foi a grande vencedora no SUP Race de revezamento com três atletas. Amendoim (centro à direita) feliz com o resultado ao lado de Thomas Maximus e amigos. Foto: Billy M. Kho Com esse excelente resultado, Matero retorna ao Brasil motivado para seguir com os treinos para a temporada havaiana de SUP Races, com início em Julho, onde certamente trará novos bons resultados para o SUP brasileiro.
29/03/2011 —
Matteí surfa a pororoca do rio Araguari. Foto: divulgação O canoísta Alexandre Matteí acaba de voltar de uma viagem ao norte do Brasil para surfar e testar sua invenção, a “Shark Paddle”, u mistura de Stand Up Paddle com Kayak Surf, nas ondas da Pororoca do Rio Araguarí, no estado do Amapá. Em companhia de Sérgio Laus e de outros surfistas, Matteí surfou longas ondas atingindo cerca de dois metros em algumas sessões, com muita força – característica das ondas de pororoca. “Tava sinistro! Curti muito, foi inesquecível e a prancha funcionou muito bem”, afirma, feliz com a empreitada bem sucedida com seu invento. Confira as fotos: + informação confira a matéria especial do SUPCLUB sobre o Shark Paddle e outras criações inspiradas no SUP. .jpg”>
26/03/2011 —
Finalistas da SUP Race 12’6″. Foto: Água Marinha/Facebook Após a vítoria na race, no SUP Cross Amerad, realizado no início de março, em São Vicente, Luis “Animal” Guido fez bonito novamente e venceu em duas categorias no 1º Starboard SUP Inovation, realizado hoje, na Tempo Windclub, localizada na repreza Guarapiranga em São Paulo capital, SUP Race e SUP Surf Race. Além da prova de SUP, a represa recebeu o ‘Verão Paulistano – Guarapiranga Radical’ evento que sediou no mesmo local a Copa São Paulo de Hobie Cat, o Desafio São Paulo de Wind Surf, o Campeonato Paulista de WakeSkate além do Campeonato de Stand Up Paddle. Confira os finalistas: SUP RACE 12’6″ Open 1º Luis “Animal” Guido 2º Fernando Bonfá 3º Rodrigo de Deus 4º Marcelo Lins SUP SURF até 12′ 1º Luis “Animal” Guido 2º Marcelo Lins 3º João Renato SUP RACE 12’6″ Feminino 1º Monica Pasco 2º Viviane Matero 3º Milena Amaral SUP SURF até 12′ Feminino 1º Milena Amaral MASTER Masculino 1º Alexandre Levorin MASTER Feminino 1º Suzete Villela GRAND MASTER 1º Neno Matos SUP KIDS 1º Caroline Lime