O atleta Yuri Sodré, 27, é um dos brasileiros com chances de entrar para o WCT 2006.

 

Atualmente, o carioca de Barra de Guaratiba, ocupa a quinta posição no ranking da divisão de acesso com 8.815 pontos.

 

Um bom resultado na perna brasileira carimba de vez seu passaporte de retorno à elite  mundial.

 

“O circuito ainda não acabou. Mas, tenho grandes chances de conquistar a vaga em casa ou no Hawaii”, afirma Sodré.

 

 

Ele disputou o Tour em 2000, mas

não garantiu a permanência no ano seguinte e foi morar seis meses na Austrália.

 

Em seguida, viveu dois anos na Califórnia (EUA), onde competiu inclusive no circuito norte-americano. “Depois de toda a pressão, precisava de um tempo para mim”, diz.

 

Para chegar à quinta posição no ranking do WQS deste ano, Yuri ficou em quinto lugar no The Mr. Price Pro, na África do Sul; terceiro na Inglaterra, no Rip Curl Newquay Board Masters; além de conquistar três nono lugares: Maldivas, Portugal e Costa do Sauípe, na Bahia. 

 

“Poderia estar melhor posicionado, mas tive alguns problemas. Sei que tenho condições de ir mais longe, só preciso focar ainda mais minha energia”, diz.

 

Nesta sexta-feira, Yuri estréia na primeira bateria da quarta rodada do Reef Classic, contra o pernambucano Bernardo Pigmeu, o catarinense Willian Cardoso e o aussie Ben Dunn. “As ondas estão boas, estou com o equipamento em dia e tranquilo para correr atrás de um bom resultado aqui em Maresias”, diz.

 

Depois de Yuri, os brasileiros mais bem posicionais no ranking são: Paulo Moura (6a posição), Pedro Henrique (7a), Rodrigo Dornelles (18a), Marcelo Trekinho (22a), Jihad Kohdr (25a) e Danilo Costa (26a).

 

 

 

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