Oi, galera!

 

Voltei do Hawaii com a Tininha. A temporada foi irada. Esta foi minha segunda vez e, com certeza, mais legal. Surfei muito e consegui pegar ondas maiores.

 

A galera comentou que foi um dos começos de temporada mais fortes dos últimos anos. Curti um monte o Surf Camp da Lisa Andersen e meu inglês foi melhorando a cada dia.

Depois mudamos para a casa da Carissa Moore. Treinamos em outras praias e fizemos muitas fotos para Roxy!

 

E no final da trip ficamos em uma casa alugada pela Quiksilver brasileira. Os últimos dias foram cheio de novidades.

 

Nunca havia surfado em Off The Wall e saber que um surfista morreu ali do lado foi estranho. Estava dentro da água quando vi uma muvuca em Pipe e fiquei sabendo da morte do Malik Joyeux.

O mar estava mesmo grande. Antes, um havaiano chegou a pedir para eu sair. Havia  poucas meninas surfando. Mas, se eu não aproveitar para surfar estas ondas, não vai ser no Brasil que vou conseguir.
 
A maior loucura ocorreu na volta. Eu e a Tininha saímos de Honolulu e fomos para São Francisco, nos Estados Unidos. Depois rolou uma conexão para Chigago. Aí, o vôo para o Brasil começou a demorar.

 

Estava uma mega confusão no aeroporto e do lado de fora só enxergava neve. Já tinha visto nevar, mas daquele jeito nunca.

Liguei para o Tusca em Curitiba e ele contou que um avião tinha saído da pista, atravessou a avenida e bateu em dois carros e doze pessoas morreram!!!

 

O acidente aconteceu na parte doméstica do aeroporto. Conseqüentemente, nosso vôo atrasou um monte e quando cheguei em São Paulo perdi o embarque para Curitiba.

 

No final deu tudo certo!!!

Beijos
 

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Mais de cinquenta anos de câmera na mão: do Píer de Ipanema a Pipeline com Gerry Lopez, de Bob Marley no Havaí aos Rolling Stones no Maracanã. Fernando “Fedoca” Lima viveu e fotografou tudo isso. Agora reúne tudo em um livro.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)