A Fly in the Champagne, o filme mais esperado do ano já é sucesso na Austrália, Europa e Estados Unidos. Kelly Slater e Andy Irons são as estrelas desta produção, que pela primeira vez une os dois em uma surf trip a lazer, longe da pressão das competições, imprensa e paparazzis inoportunos.
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O maior duelo da história do surf competitivo e a rivalidade pública entre Andy e Kelly vêm à tona durante 11 dias de filmagens no paradisíaco Kandui Resort, localizado em Mentawaii, Indonésia.
Além de muita ação, o filme traz entrevistas com os dois ícones do surf, nas quais um fala a respeito do outro e contam como que às vezes jogam o jogo da imprensa.
O projeto, que a princípio era para ser um documentário para o canal ESPN de televisão, acaba criando ainda mais suspense na amizade entre estes dois astros do surf mundial.
As Imagens foram todas capturadas em alta definição por câmeras RED e película, com tomadas da praia, do barco e aquáticas, nos mais diversos ângulos possíveis, em uma das maiores produções de filme já vistas em Mentawaii. Somente uma das câmeras RED utilizada custou mais de US$ 200 mil.
O time que trabalhou na produção também foi de primeira. Dirigidos por Matt Beauchesne, que também botou a mão na massa, ou
melhor, nas câmeras, Ryan Young, Greg Browning e Daren Crawford foram os responsáveis pela captação das imagens.
Já a edição ficou a cargo de George Manzanilla. Andy Irons, Bruce Irons, Chris Cote, Blair Marlin e Matt Beauchesne cuidaram da produção executiva.
Nosso correspondente catarinense Guto Amorim, que trabalhava nas ilhas na ocasião, acompanhou de perto uma das maiores produções de 2008 e encarregou-se de produzir fotos que pode ser vistas com exclusividade aqui no Waves.
“As gravações foram feitas nas direitas de Riffles, Bikinis e Last Resorts, além das esquerdas tubulares de Kandui lefts, Hideways e um Secret Spot que só eu, Kelly, Andy, Martin Potter, Ross Willians e Shane Dorian surfamos”, revela Guto Amorim.
“Foi a sessão de surf mais insana que já fiz, principalmente por estar na companhia dos meus ídolos surfando esquerdas perfeitas e tubulares. Só nós na água. Eu era o único goofy footer da barca. A maré estava muito seca, com os corais expostos em algumas seções, mas o show não podia parar. Realizei um sonho que eu nunca havia imaginado que fosse possível”, conta Guto com muita alegria.
O documentário ainda não tem previsão de estréia no Brasil.
Para obter mais informações sobre o Kandui Resort envie mensagem para [email protected].

