Tokyo Islands

Um paraíso nipônico

A ilha de Niijima está localizada a cerca de 160 quilômetros ao Sul de Tóquio e a cerca de 150 quilômetros ao Leste da península de Izu, no estado de Shizuoka.

Niijima e suas ilhas vizinhas pertencem ao estado de Tóquio e são chamadas de Tokyo Islands. É um lugar espetacular, com lindas praias, visual incrível, águas transparentes e ondas perfeitas.

Além do surf, o lugar proporciona diversas outras atividades como mergulho, windsurf e pesca. É possível também desfrutar das ruínas do Yunohama Onsen, que possui algumas piscinas de águas termais.

 

Também pode-se assistir a um lindo pôr-do-sol, relaxando nas águas termais, bem parecido com as ruínas da Grécia e totalmente gratuito.

Para os que gostam de acampar, a ilha dispõe de um camping gratuito aos turistas. Fica bem próximo à praia de Habushiura, onde teve uma etapa do WCT Quiksilver Pro Japan em 2003, quando Andy Irons faturou a vitória.

Os picos mais famosos pelas ondas de qualidade são Habushiura, Secret, Awai e Mamashita. O ano inteiro é possível pegar altas ondas, mas o melhor período é de julho a outubro, época dos tufões.

Todos que já foram à ilha com certeza desejam voltar a este paraíso nipônico.

 

O fotógrafo Ruy Sano mora no Japão e registra sessions de free surf no país. Para obter mais informações sobre o seu trabalho, acesse o site Shizuoka Surf.

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Mais de cinquenta anos de câmera na mão: do Píer de Ipanema a Pipeline com Gerry Lopez, de Bob Marley no Havaí aos Rolling Stones no Maracanã. Fernando “Fedoca” Lima viveu e fotografou tudo isso. Agora reúne tudo em um livro.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)