Uluwatu é playground dominical

O dia das mães começou em Bali com aquele ar de que seria mais um domingo tranquilo de mar pequeno.

Não fosse o telefonema do Gui Gama, eu quase teria ficado em casa para tentar ver alguma coisa da vitória do Rubinho em segundo lugar.

Mas a notícia que o Gui me deu era muito interessante:
Os australianos Ross-Clarke Jones e Tom Carroll haviam chegado à Ilha de Bali para pegar o swell que tinha passado pela Austrália e deveria chegar hoje no fim de tarde.

Quando cheguei ao cliff eram quinze para às cinco e pude ver linhas de 6 a 8 pés entrando com o terral forte descabelando as maiores da série.

Na frente de Uluwatu Temple à distância víamos os riscos dos surfistas nas ondas e a esteira dos jets.

Eles caçavam ondas de 10 pés no outside de Ulu’s Temple.

Show de visual.

Expliquei à minha parceira Fabi como filmar e desci a caverna.

No pico de Ulu’s, Ketut, Made Lana, Alex, Feijão, Adolfinho, Rogério Alemão, John de Ulu’s, Rodrigo e eu, dividíamos irmanamente as séries que vinham uma atrás da outra.

Era esse o presente que eu queria ganhar da minha mãe.

Amanhã a previsão é de que o mar continue a subir e teremos mais espetáculo de surf.

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Mais de cinquenta anos de câmera na mão: do Píer de Ipanema a Pipeline com Gerry Lopez, de Bob Marley no Havaí aos Rolling Stones no Maracanã. Fernando “Fedoca” Lima viveu e fotografou tudo isso. Agora reúne tudo em um livro.

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