Tudo pronto para WCT no Japão

Na quarta-feira inicia o prazo de espera da sétima etapa do WCT na Ásia, com sete brasileiros competindo até o dia sete de setembro no Japan Quiksilver Pro em Chiba.

 

A situação também não é muito boa para os brasileiros na divisão principal masculina. O único que já está 100% confirmado para o ano que vem é Adriano de Souza, o Mineirinho, líder disparado do ranking de acesso.

 

Além dele, o pernambucano Paulo Moura em quarto lugar e o carioca Yuri Sodré em nono, são os outros brasileiros que aparecem na relação dos quinze que o WQS masculino garante no WCT.

 

Mas, outros nove estão bem colocados entre a 18a. e 29a. posições, podendo entrar na lista nesta semana no 6 estrelas de Portugal, que não terá a forte concorrência dos surfistas da elite mundial.

 

Os melhores do mundo já estão escalados para disputar o Quiksilver Pro Japan, incluindo os sete representantes do Brasil.

 

O paranaense Peterson Rosa é o mais bem colocado, ocupando um modesto 21.o lugar e além dele só o potiguar Marcelo Nunes, em 23.o, faz parte do grupo dos 27 primeiros colocados que tem permanência garantida na elite.

 

Depois, os mais próximos são o pernambucano Paulo Moura e o carioca Raoni Monteiro, que dividem a 31a. posição na classificação geral das seis etapas realizadas.

 

O Quiksilver Pro Japan é a sétima – das 11 etapas do Tour deste ano. O campeão do Quiksilver Pro Japan recebe 1.200 pontos e US$ 30 mil de premiação. 

 

Depois de três vitórias em seis etapas do WCT neste ano, o hexacampeão mundial Kelly Slater lidera o ranking com 5.342 pontos.

 

O circuito mundial caminha para sua reta final. Serão realizados três eventos seguidos em três países diferentes: Quiksilver Pro Japan, o Boost Mobile Pro em Trestles, Califórnia (EUA); e o Quiksilver Pro France.

 

Baterias com brasileiros no Quiksilver Pro Japan

 

1 Phillip MacDonald (Aus), Marcelo Nunes (Bra) e Tim Curran (EUA)

6 C. J. Hobgood (EUA), Mark Occhilupo (Aus) e Renan Rocha (Bra)

7 Trent Munro (Aus), Darren O?Rafferty (Aus) e Bernardo Pigmeu (Bra)

9 Andy Irons (Haw), Peterson Rosa (Bra) e um trialista

11 Luke Egan (Aus), Travis Logie (AfrS) e Victor Ribas (Bra)

15 Daniel Wills (Aus), Paulo Moura (Bra) e Tim Reyes (EUA)

16 Bruce Irons (Haw), Raoni Monteiro (Bra) e Greg Emslie (AfrS)

 

Ranking mundial – depois de seis etapas
 
1 Kelly Slater (EUA) 5.342 pontos
2 Andy Irons (Haw) 4.596
3 Trent Munro (Aus) 4.286
4 Mick Fanning (Aus) 4.230
5 Joel Parkinson (Aus) 3.732
6 Frederick Patacchia (Haw) 3.628
7 Phillip MacDonald (Aus) 3.599
8 Cory Lopez (EUA) 3.575
9 CJ Hobgood (EUA) 3.546
10 Nathan Hedge (Aus) 3.443
11 Taj Burrow (Aus) 3.438
12 Bruce Irons (Haw) 3.311
13 Dean Morrison (Aus) 3.299
14 Daniel Wills (Aus) 3.248
15 Damien Hobgood (EUA) 3.224
16 Luke Egan (Aus) 3.035

21 Peterson Rosa (Bra) 2.746
23 Marcelo Nunes (Bra) 2.655
31 Paulo Moura (Bra) 2.227
31 Raoni Monteiro (Bra) 2.227
35 Victor Ribas (Bra) 2.090
44 Renan Rocha (Bra) 1.350
45 Bernardo Pigmeu (Bra) 860
45 Guilherme Herdy (Bra) 860

 

 

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)

Doutor Guilherme Vieira Lima, explica como a estabilidade do core define a potência das manobras e protege o corpo de lesões crônicas.