Gabriel Galdino

Tubos, burritos e furacão

Estar no México pelo segundo ano consecutivo é uma experiência muito boa, pois o pouco que você acaba conhecendo a mais torna o lugar muito mais fácil.

Ficamos os dez primeiros dias em Puerto Escondido e já deu para ver que este conhecimento é importante por ser uma onda bem difícil, porém vale qualquer esforço, pois a recompensa é um tubo muito consistente e forte.

Entre esses dias podemos presenciar um furação (Carlota) que devastou boa parte desta região, foi algo que nunca tinha visto. Com ventos de 120 km/h e muita chuva.

Dias depois foi declarado na região “alerta sanitário” devido às águas que desciam das encostas e podiam contaminar a água do mar, porque a maioria dos vilarejos não têm saneamento básico.

Depois do Carlota, ficamos mais alguns dias em Puerto, onde sempre com 2 metros rolam muitos tubos. Sempre acompanhando as previsões, vimos que o mar ia dar uma pequena reagida, logo alugamos um carro por três dias e fomos em busca das direitas do Sul.

Esta trip foi muito boa, pois conhecemos uma onda muito longa, não tinha muito tamanho, mass a diversão foi garantida. Esta onda era a preferida de Andy Irons no México, quero voltar para lá o mais rápido possivel, fiquei imaginado ela quebrando com uns 2 metros, não tem fim.

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Foto de capa Arquivo Pessoal

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)

Doutor Guilherme Vieira Lima, explica como a estabilidade do core define a potência das manobras e protege o corpo de lesões crônicas.