Na última sexta feira, Cida Custódio,  representante comercial da Billabong, trabalhou como vendedora na Central Surf do Shopping Metrô Tatuapé.

 

Ela foi submetida ao mesmo tratamento, volume de trabalho e exigências de qualquer outro vendedor da rede.

 

Foi uma experiência única, porque Cida pôde conferir de perto o que realmente acontece no ponto de venda, as marcas em evidência, pedidas ou esquecidas, quais produtos estão na moda e todas as dificuldades dos vendedores para atender os clientes.

 

 

Ela também pôde comparar o desempenho dos produtos da sua marca em relação às demais e hoje tem mais informações que a maioria dos representantes.

 

Com esta ação tão simples ela recebeu informações preciosas do ponto de venda e pode ajudar algumas pessoas da marca que representa, principalmente sobre desenvolvimento de produtos, marketing e comercial.

 

Segundo Fabio Gliosci, proprietário da Central Surf, a rede está a disposição de todos os representantes ou marcas interessadas neste tipo de laboratório ou algo semelhante.

 

“As marcas encaram os lojistas como clientes finais e jogam com prazos, coleções, entregas e estilo como se fôssemos capazes de mudar as estações climáticas, como se estivéssemos todos capitalizados e como se tivéssemos uma capacidade infinita de convencimento”, diz Fábio.

 

“Os fabricantes precisam saber o que seus clientes pensam no ponto de venda, pois não é nada fácil, por exemplo, vender uma meia por R$ 22”, avalia.

 

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