Tops de agenda cheia

São vários os planos dos atletas brasileiros para o intervalo depois da segunda etapa do WCT, que acontece em Bells Beach, Austrália.

 

O pernambucano Paulo Moura é o único brazuca na disputa garantido nas oitavas-de-final do Rip Curl Pro.

 

A janela de espera da terceira prova começa em 4 de maio em Teahupoo, Tahiti.

 

Assim que acabar o evento em Bells, Victor Ribas, Pedro Henrique e Paulo Moura partem com o fotógrafo Pedro Felizardo para G-Land, Indonésia.

 

Eles pretendem surfar as perfeitas ondas da

região por uma semana, produzir imagens e treinar para os próximos desafios do WCT.

 

O paranaense Peterson Rosa voltou ao Brasil ontem para cuidar dos negócios. ?Preciso organizar algumas coisas antes que recomece o Tour?, explica Rosa.

O potiguar Marcelo Nunes permanece na Gold Coast até embarcar para o Tahiti. Ele fará novas pranchas e espera fechar contrato com algum patrocinador.

 

“Preciso preparar minhas pranchas para Tahiti e Fiji. Lá não é brincadeira e quero estar bem preparado”, diz Nunes.

 

O carioca Yuri Sodré fica mais uma semana entre Sydney e Gold Coast organizando seu passaporte, que está para vencer. Depois ele parte para a Califórnia (EUA), onde disputa uma prova do WQS em Lower Trestles, entre 25 e 29 de abril.

 

Adriano de Souza não tinha certeza do que faria até o fechamento desta reportagem, mas acredita que passará algumas semanas também na Goldie seguindo direto para o Tahiti.

 

Jihad Khodr volta ao Brasil e aguarda por uma nova oportunidade no WCT 2006. “Espero ser escalado novamente. O começo é assim mesmo”, diz animado. Antes de chegar a Bells, ele também afiou o surf na Indonésia.

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)

Doutor Guilherme Vieira Lima, explica como a estabilidade do core define a potência das manobras e protege o corpo de lesões crônicas.