Mundial de Va'a

Termina o Mundial de Va’a Sprints

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Mundial de Va’a Sprints encerra com organização impecável da Austrália, que também fez bonito dentro d’água. Foto: Reprodução.

 

Terminou neste domingo (15) o Campeonato Mundial de Canoa Va’a, modalidade Sprint, realizado em Sunshine Coast – Queensland, nas raias do Lago Kawana.

A competição, que contou com a participação de 35 países e mais de 2.000 atletas inscritos, teve uma organização impecável e já entra para a história como um dos melhores eventos de Va’a já realizados.

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Quadro de medalhas (Top 10). Foto: Reprodução.

O Brasil marcou presença com 11 atletas e teve bons resultados individuais. O grande destaque foi José Agmarino Coelho “Zecão” que registrou o segundo melhor tempo do mundo na semifinal dos 250 metros, foi quarto lugar na V1 (individual) 500 metros VL3 e ainda conquistou a única medalha brasileira: Bronze nos 250 metros VL3.

Na categoria V1 (individual) Elite 500 metros, Reginaldo Birckbeker chegou até a semi-final e registrou excelente tempo. Nas categorias V6 (6 remadores) Elite e Clubes o Brasil participou com time misto que contou com a participação de atletas de Brasília, Rio de Janeiro, Espírito Santo e Paraná. Nos 500 metros chegou a brigar por vaga nas semifinais mas ficou na repescagem.

O ouro, no entanto, ficou com a Nova Zelândia, que fez uma campanha impressionante, seguida pelo Taití, com a prata e a Austrália completando o pódio com o bronze.

Mesmo não ficgurando entre os “Top 10”, o Brasil fez uma bela campanha, enfrentando as melhores equipes do Mundo, do outro lado do globo.

Destaque para a participação das equipes da região do Triângulo Polinésio como Hawaii, California, Rapa Nui, Nova Caledônia, Fiji, Samoa, Tonga, Ilhas Cook, Wallis & Futuna.

Uma verdadeira celebração da cultura polinésia com exibição de canções, roupas típicas e danças tribais, conhecidas como “Hakas”.

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)

Doutor Guilherme Vieira Lima, explica como a estabilidade do core define a potência das manobras e protege o corpo de lesões crônicas.