Surf seco

Tem que experimentar

O circuito mundial nunca esteve com uma disputa tão quente nesse fim de temporada. O WCT no Brasil vai ter um resultado estratégico para o vencedor, caso ele seja um dos que estão na ponta do ranking. Nesta altura, Taj, Irons e Slater disputam também com Fanning.

 

Se algum destes vencer por aqui, vai ser crucial. Também vai rolar emoção e “coração” neste campeonato, tanto da torcida brasileira, como dos admiradores de Slater e dos fãs dos “australianinhos safados” que, se marcar, papam tudo.

 

Também teremos emoção nos corações dos nossos competidores. Os irmãos Teco e Neco Padaratz estarão inspiradíssimos surfando em casa, além dos outros brasileiros do WCT, que têm história na Joaquina desde “pivetinhos”.

 

Alguns podem se levantar por aqui… Ou se afundar. Logo na seqüência, depois do WCT, acontece o Onbongo Pro Surfing, penúltimo evento do WQS com nível 6 estrelas do ano.

A perna brasileira será crucial nesta altura do ‘campeonato’, uma verdadeira situação de vida ou morte. Mas Brasil é Brasil. A vibração e a torcida serão fortes para o time nacional. Também vai ser interessante poder assistir tudo isso ao vivo.

 

O surf da galera WCT não é novidade para os internautas que acompanham aqui pelo Waves, no TV Terra, tudo o que rola nos eventos do circuito mundial. A tecnologia nos permite acompanhar on-line tudo que acontece, quem está andando mesmo, como estavam as ondas, o tempo, etc.

 

Falando de Floripa, o patrocínio da Nova Schin chegou para dominar o paladar da surfistada e quem vai tirar proveito disso vão ser mesmo os australianos, que se bobear vão acabar arrumando um patrocínio, de tanto que bebem.

Inclusive sugiro a Schin fazer uma competição de quem bebe mais cerveja entre os gringos… Na noite antes da repescagem.
 
Aquela época voltou. WCT no Sul, em forma de festival, cervejaria envolvida. Mobile contest… Até parece o Haang Loose 86. “The great comeback!!!” Só que numa versão moderna, ano 2003. Com Teco e Xandi Fontes coordenando. Quer melhor que isso?

Fantástico! Show do Concrete Blonde na semana, Floripa, ilha mágica, mulherada, top surf… Para nós, que estamos no Brasil, só resta estar presente e ‘experimentá’!

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Mais de cinquenta anos de câmera na mão: do Píer de Ipanema a Pipeline com Gerry Lopez, de Bob Marley no Havaí aos Rolling Stones no Maracanã. Fernando “Fedoca” Lima viveu e fotografou tudo isso. Agora reúne tudo em um livro.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)