
Provando que tecnologia e surf estão andando cada vez mais lado a lado, a empresa ArAM (Arrecife Artificial Móvel), residente na Incubadora de Empresas da Coppe / UFRJ, realizou três dias de testes na piscina de ondas do Splash Park, em Ribeirão Preto, interior de São Paulo.
O objetivo da consultoria prestada pela ArAM é identificar as limitações atuais das ondas de água doce de Ribeirão Preto e avaliar o potencial da piscina para a prática do surfe em ondas de maior qualidade.
Para realizar os testes foram instalados sensores no fundo da piscina para avaliar o

sistema gerador de ondas, coletar dados da geometria da piscina e avaliar a qualidade atual da onda.
A partir dos dados obtidos com os testes, a segunda etapa do projeto consiste em estudar a melhor alternativa para otimizar as condições de surfe e determinar as alterações necessárias para alcançar este objetivo.
“Ainda não é possível determinar o que será necessário fazer para melhorar a qualidade da onda, mas já podemos adiantar que com certeza podemos ter ondas maiores e mais perfeitas do que as existentes atualmente em Ribeirão Preto”, avalia Mauricio Andrade, idealizador e fundador da ArAM.

“Com os resultados dos testes nas mãos, teremos um raio-x da onda e a partir dele poderemos sugerir as mudanças que irão proporcionar um surf de maior qualidade na piscina”, garante Andrade.
Criada inicialmente para desenvolver e aprimorar fundos artificiais em praias que recebem ondulações mas não possuem fundos adequados, especialmente para o surf, o sistema ArAM também ajuda a reduzir o impacto do processo de erosão em praias com esse tipo de problema.
Agora, a tecnologia também está sendo utilizada para desenvolver fundos especiais para piscinas de ondas já existentes, como a de Ribeirão Preto, ou mesmo no desenvolvimento de piscinas projetadas especialmente para a prática do surf.
Para obter mais informações acesse arrecifesartificiais.com.br ou envie mensagem para [email protected] .