
No próximo dia 5 tem início o prazo de espera pelas melhores ondas para a realização do Billabong Pro Tahiti, que rola na temida bancada de Teahupoo.
O evento, um dos mais aguardados do ano, distribui US$ 270 mil de premiação e é uma verdadeira prova de fogo para os Top 45. O campeão leva US$ 30 mil de prêmio e 1,2 mil pontos no ranking do circuito.
O Brasil compete no Tahiti somente com sete integrantes da elite mundial. A escalação das baterias da primeira fase classificatória ainda não foi divulgada.

Porém, o time brasileiro que enfrenta as temidas ondas de Teahupoo já está formado e é composto por Peterson Rosa, Paulo Moura, Neco Padaratz, Raoni Monteiro, Victor Ribas, Marcelo Nunes e Renan Rocha.
Todos tentam um primeiro bom resultado na temporada, pois nas duas primeiras etapas da Austrália nenhum deles conseguiu passar da terceira fase, ou seja, vencer duas baterias tanto na Gold Coast como em Phillip Island, que neste ano sediou a etapa masculina do Rip Curl Pro de Bells Beach.
Neco Padaratz, Marcelo Nunes e Victor Ribas dividem a 24a posição no ranking com mais três atletas. Peterson Rosa está em 31o lugar, enquanto Paulo Moura, Raoni Monteiro e Renan Rocha, que não venceram nenhuma bateria do WCT 2005, estão empatados na 36a e última colocação com mais sete surfistas.
As duas provas foram realizadas em ondas bem pequenas e agora a situação é diferente. Vai ter tubo para todo mundo mostrar seu potencial em igual condições.
O taitiano Manoa Drollet e o havaiano Liam McNamara ganharam as duas últimas vagas para disputar a terceira etapa do ASP Foster?s World Championship Tour (WCT). Para obter mais informações, visite o site aspworldtour.com .