SNI pega uma grande em Phantoms, North Shore de Oahu, Hawaii. Foto: Winick / Nigol.

Melhor tow-in da temporada. Séries de 30 a 40 pés de face bombaram forte nos
outsides de Oahu na última terça-feira.

 

Clique aqui para ver mais imagens (frames) de Silvia Winick e Fabiana Nigol

 

Os melhores picos com essa ondulação de Noroeste foram Backyards e Phantoms. Logo cedo os locais Jamie O?brien, Makua Rothman, Jason Frederico e Kealli Mamala arrepiavam Phantoms com altas ondas para a esquerda.

 

Destaque para O?brien, que atacava os tubos e os grossos lips com vontade a bordo de sua 5’8 Stretch de quatro quilhas.

 

Com algumas séries alcançando o limite máximo da bancada, o surf foi de excelente qualidade e ótimos caldos.

 

Em Backyards, bancada ao lado, Ross Clark Jones, Peter Mel, Alan Sarlo, John John e mais uma galera desfrutavam das longas direitas que lembravam Jefrey’s Bay com 30 a 40 pés de face.

 

Na hora do almoço, Carlos Burle, Eraldo Gueiros, João Jabour, Edison de Paula e o convidado Caua Raymond apareceram no pico e aumentaram a quantidade de brazucas no pico.

 

Naquela mesma hora, o local Kai Garcia apresentava Phantoms para Royler Gracie na garupa do jet-ski com Kala Alexander de perna quebrada em outro jet e Eddie Rothman em um terceiro jet.

 

Troy Allotis e Jamie Stearling, dupla mais local de Phantoms, mostrava entrosamento sem igual. Ficavam mais para o inside e nem disputavam as séries. Utilizavam o famoso ”sling shot”, quando o surfista é atirado de lado na onda, ou do raso para o fundo, e não da forma tradicional, do fundo para o raso. Daquela maneira,

economizavam tempo e não perdiam uma série.

 

Eu e Pato ficamos na água cerca de oito horas. Bom treino e muita diversão. Não somente para nós, mas para todas as duplas que disputam a primeira etapa do circuito mundial de tow-in aqui em Oahu. Afinal, foi a primeira ondulação com tamanho adequado para tow-in nesta temporada.

 

Na quarta-feria o vento apertou forte e as ondas abaixaram, rolando um Pipe mais propício para bodyboarders e um kitesurf pesado em Backyards.

 

Este último mês foi uma benção, com muita onda, típica temporada de altas ondas. Segundo a previsão, teremos um recesso de alguns dias até o próximo swell. Tempo para reabastecer.

 

Aloha

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)

Doutor Guilherme Vieira Lima, explica como a estabilidade do core define a potência das manobras e protege o corpo de lesões crônicas.