Swell em Nova York surpreende brasileiro

Bom, sou fotógrafo e moro em NY há quatro anos. Desde que me mudei, deixei o surf de lado. As ondas dificilmente acontecem e o frio castiga. Apesar de ficar um tempo sem surfar, sempre que pude fui ao Hawaii.

 

E mesmo estando aqui em NY, estava sempre de olho no swell. Foi daí que notei que naquela semana no final de outubro iria bombar 8 a 10 pés de onda.
          

Fiquei irado, porque no primeiro grande dia só pude ver as ondas pelo site Surfline.com e eu estava bastante ocupado naquele dia – sábado, 23/10.
          

No domingo, fui à praia tirar umas fotos. E estava grande, bom. Como nunca quebra, havia poucas pessoas dentro d’água.

 

Eu não podia acreditar naquele swell em NY, uma coisa totalmente rara. Tirei algumas fotos e fiz amizades com alguns locais. Um deles até me ligou e perguntei se ele faria um rolo com uma prancha usada.

 

No dia seguinte, já estava comprando um wet suit e fui para água. Não podia acreditar que estava surfando num mar com 5 graus e em NY. Fiquei amaradão e, de agora em diante, todo swell será surfado com muito gás.
 

Clique aqui para ver mais fotos do swell em Rockaway.        

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)

Doutor Guilherme Vieira Lima, explica como a estabilidade do core define a potência das manobras e protege o corpo de lesões crônicas.