Surfwear movimenta US$ 1 bilhão por ano

#Em meio à crise que assola praticamente todos os setores da economia mundial desde o segundo semestre do ano passado, o faturamento de um nicho do mercado acostumado à tranqüilidade das praias e dos esportes, o surf e streetwear, incluindo a moda praia, surpreende: juntos, eles movimentam US$ 1 bilhão em negócios por ano, além de sustentar pelo menos 250 mil empregos diretos.

Um dos responsáveis pela manutenção desse setor sempre aquecido é a Surf & Beach Show, maior feira do segmento na América Latina, que acontece anualmente e já está em sua nona edição, no Centro de Exposições Imigrantes, em São Paulo.

Além da Surf & Beach Show, mais duas feiras completam o rico cenário do surfwear no Brasil: a Beach & Bikini Fashion Show, em sua quinta edição, e a Streetwear & Skate Show, na quarta edição.#

Claudio Martins de Andrade, diretor da Waves Promoções e organizador das feiras, conta que até domingo 28 o evento reúne 300 expositores representando mais de 500 marcas ? e ano passado girou cerca de R$ 320 milhões.

?Nossa vantagem é que ainda temos um potencial muito grande de crescimento no Brasil. As modas praia e street não ficam limitadas apenas ao litoral e aos praticantes de esportes como surf e skate, e São Paulo é um dos maiores centros de consumo desse setor?, afirma.

Uma das principais razões para esse crescimento é a entrada cada vez maior de multinacionais dos setores de confecções e acessórios no mercado nacional. #Atualmente, o Brasil é o segundo país que mais consome esse tipo de produto no mundo, atrás apenas dos EUA. As exportações ainda não alcançaram um bom patamar e representam cerca de 5% do faturamento do setor.

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Mais de cinquenta anos de câmera na mão: do Píer de Ipanema a Pipeline com Gerry Lopez, de Bob Marley no Havaí aos Rolling Stones no Maracanã. Fernando “Fedoca” Lima viveu e fotografou tudo isso. Agora reúne tudo em um livro.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)