Surfistas pagam caro para surfar Pipeline

Durante a realização do Xcel Pro, 45a etapa do WQS 2002, em Sunset, Hawaii, alguns nomes conhecidos e prováveis candidatos aos prêmios oferecidos no evento não foram anunciados no cronograma das baterias. Não à toa.

 

No último dia 27 de outubro estes surfistas sentiram na pele o porquê da fama destruidora de Pipeline, também no Hawaii, considerada uma das ondas mais perigosas do mundo – e saíram da praia direto para o consultório médico.

 

Entre eles, vários tinham experiência no pico, como é o caso de Liam McNamara, que teve o fêmur quebrado e foi retirado de helicóptero da praia direto para o hospital Queen’s, em Honolulu.

 

Além dele, o australiano Sean Moody fraturou o perônio, osso situado na parte externa da perna, junto à tíbia, após um choque com a própria prancha.

 

Enquanto isso, Mickey Mitchell machucou o joelho e Mark Rilley cortou seriamente o pé.

 

Nem sempre o preço para desfrutar um dos tubos mais largos e intensos dos oceanos é barato.

 

Mais informações no site Surfersvillage.com .

 

Drope mais:

 

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Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

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Doutor Guilherme Vieira Lima, explica como a estabilidade do core define a potência das manobras e protege o corpo de lesões crônicas.