
No próximo dia 20 entra em ação na praia da Barra da Tijuca, Rio de Janeiro, a Surfer Girls, escola de surfe exclusiva para garotas com idade a partir de sete anos.
A escola foi fundada há três anos pelo empresário carioca Emiliano Abate, ex-surfista profissional radicado na Califórnia há quase uma década.
A Surfer Girls tem aulas em três turnos, das 8:30 às 18:30 horas semanalmente. As aulas são divididas em corridas, alongamentos e natação, além de prática no mar durante três horas diárias.
A escola segue o conceito da californiana Pacific Surf School, instalada em Mission Beach, San Diego, EUA, que dá aula para crianças com idade a partir dos cinco anos.
?No Brasil preferimos destacar o surf feminino, que está dominando o mercado mundial. A maioria das escolinhas de surfe nos Estados Unidos é destinada às garotas e resolvemos apostar neste setor. Mas, também funcionamos com a Pacific Surf School, pois as crianças amam o esporte, praticamente já nascem na praia e é muito bom trabalhar com elas, vendo a felicidade no rostinho depois de cada onda?, conta Abate, que tem como sócia a holandesa Donna Sternfeld.

Neste curso as crianças recebem noções de preservação ambiental e de técnicas de salvamento marítimo pela U.C.L.A (United California Life Saving Association).
Segundo Donna, que também já foi surfista e hoje coordena a filial no Rio, a escola é sazonal e funciona somente no período do verão, ou seja, quatro meses, com aulas em dois níveis (iniciantes e intermediários).
No primeiro módulo as alunas usam pranchões (longboard) importados, produzidos com uma espécie de borracha que evita corte e lesões normais em pranchas com quilhas.
De acordo com Sternfeld, as pranchas americanas dão segurança e facilitam o aprendizado. ?É um investimento necessário. Apesar de custarem muito caro, estes pranchões são modernos, de designer arrojado e imprescindíveis em uma escola como a nossa?, explica a empresária.
Já no segundo módulo, as alunas usam prancha de fibra com design especial para iniciantes, desenhos femininos e cores fashion. A filosofia da Surfer Girls é mostrar o estilo californiano de surfar, ou seja, meninas muito femininas que praticam o esporte pela qualidade de vida que ele proporciona.
?Qualquer menina pode surfar sem precisar treinar para ser uma campeã, só pelo prazer de pegar onda, ter contato com a natureza e conhecer os encantos do mar?, explica Emiliano.

Mesmo seguindo esta filosofia a escola aposta nos campeonatos femininos e apóia as surfistas Patrícia Sodré, campeã carioca, e Thaís Tedesco, vice-campeã brasileira do Circuito Petrobras Classic, como forma de divulgar o surf feminino no Brasil.
Uma novidade que será implantada este ano pelo casal de empresários são as também para as mamães, a Mom’s Surfing Too.
Durante 10 dias (manhã ou tarde) elas terão aulas de surfe e receberão orientações sobre oceanografia, primeiros socorros, salvamento, além de praticarem diversos tipos de exercícios.
?É maravilhoso vermos três gerações surfando e se divertindo em um dia lindo de sol. É a mamãe com 45/50 anos que já é avó, surfando com a netinha e a filha. É o esporte unindo vidas e histórias?, filosofa Emiliano.
Para obter mais informações, entre em contato com Donna Tienne pelo telefone (0xx21) 9369-7704. Ou visite o site surfergirls.com.br .
Serviço
Início: 20 de novembro de 2003
Local: Praia da Barra (Posto 6), próximo ao Barra Bella.
Turma 1 ? 8:30 às 11:30 horas
Turma 2 ? 12:00 às 15:00 horas
Turma 3 ? 15:30 às 18:30 horas
Matrícula: R$ 40
Nível 1 (Iniciante): R$ 200
Nível 2 (Intermediário): R$ 150
Mom’s surfing too
Turma 1 ? 8:30 às 11:30 horas
Turma 2 ? 12:15 às 15:15 horas
Turma 3 ? 15:30 às 18:30 horas
Matrícula: R$ 40
Aula: R$ 250