Surfe no mar, na mente ou nos sonhos

Olá galera!
  
Tenho recebido vários e-mails e tenho achado muito legal.

Fico impressionada com a força de vontade de vários surfistas que moram no interior de São Paulo e do Brasil.

 

Lembro a primeira vez que fiquei em pé na prancha, foi uma sensação que nunca tinha sentido.

 

Foi amor à primeira vista. Realmente, quem  flutua sobre as ondas não consegue evitar o vício.
 
Gostaria que todos surfassem, que os pais de cada um dessem uma força legal e que fosse mais fácil para todos irem à praia, sem depender de ninguém.
 
Mas, se não dá, já acho legal a pessoa ser surfista. Mesmo surfando quando rola, no fim de semana ou até mesmo só em feriados e férias. Se a pessoa é surfista, já tem um modo de viver diferente. É bem mais legal, uma vida mais saudável.
 
Com mais idade, sei que rola de nossos pais deixarem a gente fazer mais coisas. Minha mãe sofre um monte quando vou viajar para algum campeonato ou surf trip. Tenho que ligar todos os dias para dizer que estou bem, falar como estão as coisas. Quando não ligo, ela briga um monte comigo.
 
Na temporada, vejo o pessoal aqui com o carro cheio de gente, com som alto e cerveja no teto, parados numa esquina achando que tão arrasando. Tenho certeza que a vida deles seria bem mais colorida se surfassem… 
 
Por isso, surfem! Seja no mar, na mente ou nos sonhos.
 
Fui!
 

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

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Doutor Guilherme Vieira Lima, explica como a estabilidade do core define a potência das manobras e protege o corpo de lesões crônicas.