Superevento, megaestrutura e altas ondas. Isso resume a estréia do SuperSurf 2006 na praia da Ferrugem, Garobapa (SC).

 

Em sua sexta edição, o circuito reúne diversos ídolos nacionais e superou a expectativa dos atletas e demais envolvidos com a excelente estrutura.

 

Além da transmissão ao vivo nos últimos três dias de competição, todo mundo ficou (muito) bem acomodado na área vip, com comidas e bebidas à vontade, massagem e até um show com a banda Nação Zumbi.

 

A competição teve início na quarta-feira com a

primeira rodada da categoria Masculina e na seqüência o primeiro round da Feminina.

 

Destaque para as atuações do campeão cearense Claudemir Lima e da catarinense Juliana Quint na abertura da prova.

 

O mar mudou um pouco na quinta-feira, mas mesmo assim as baterias foram para água.

 

Na sexta-feira a comissão técnica realizou diversas chamadas durante a manhã, mas todas foram frustradas devido ao mau tempo, com o vento sul atrapalhando a formação das ondas.

 

Com isso, as demais baterias foram transferidas para o sábado, que amanheceu com céu azul e boas ondas que ultrapassavam 1 metro.

 

A primeira chamada aconteceu às 7 horas e a primeira bateria entrou no mar. Léo Neves e o veterano Joca Junior se enfrentariam. Assisti as primeiras disputas e decidi ir para outra praia.

 

Escolhemos a Silveira para surfar direitas perfeitas. Chegando lá, avistei as direitas rolando na laje. Havia boas ondas, mas o crowd estava infernal. Mesmo assim deu para pegar boas.

 

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De volta ao campeonato, rolaram viradas espetaculares em algumas baterias, com destaque para o paranaense Jihad Kohdr e o paulista Odirley Coutinho.

 

No último dia ocorreram diversas surpresas, como Thiago de Souza derrotando Fábio Gouveia, campeão brasileiro de 2005, e Cláudia Gonçalves despachando sua amiga potiguar Alcione Silva.

 

Na final Masculina, Claudemir Lima enfrentou Jihad Kohdr, enquanto no Feminino a briga ficou entre Andréa Lopes e Taís de Almeida, ambas do Rio de Janeiro.

 

Levaram a melhor Andréa e, finalmente, o Bibi, que ganhou sua primeira etapa do brasileiro depois de muitos anos competindo o circuito.

 

Certamente o campeonato será lembrado pela estrutura, altas ondas e o ótimo astral de todos.

 

Embora dispute provas profissionalmente há apenas dois anos, arrisco dizer que agora o circuito pode ser realmente chamado de “SuperSurf”.

 

Vale destacar o apoio da marca Onbongo, que pela primeira vez produziu lycras de competição exclusivamente para as meninas.

 

Gostaria de agradecer aos meus amigos, atletas, todo pessoal envolvido com o evento e aos meus patrocinadores: Long Island, DVS, Arnette, Freestyle e o shaper Ricardo Martins.

 

Até a próxima etapa em Maresias, São Sebastião (SP).

 

 

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