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SUPeata mobliliza o Rio de janeiro

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SUPeata, canal da Barra da Tijuca, Rio de Janeiro. Foto: Imagens Arriba

Remadores de stand up paddle e canoa havaiana realizaram, no último sábado (8), uma remada em forma de protesto pelas águas do canal da Barra da Tijuca, na Zona Oeste ro Rio de Janeiro (RJ).

“Ei você aí, avisa para o governo que tem que despoluir”, gritavam diversos esportistas do stand up, em cima de suas pranchas, enquanto remavam pelas águas do canal.

No mesmo dia, a “Barqueata”, na Marina da Glória, na Zona Sul, fez ato pela Baía de Guanabara.

“Nosso objetivo é chamar a atenção das autoridades, da imprensa, que têm um papel importante na cobrança de resultados, e também da sociedade em si. Porque não adianta só o cara que rema e o pescador pedirem a limpeza, mas todo o Rio de Janeiro, toda a Região Metropolitana. O problema é de todos”, afirmou o geógrafo gor Lourenço Oliveira, um dos organizadores do protesto, que faz parte do grupo Baía Viva.

Igor pratica remo em canoa havaiana, e está acostumado a encontrar detritos quando pratica seu esporte. Ele e os colegas de sua equipe costumam remar na Praia da Urca, e encontram diariamente sacos plásticos e garrafas pet.

“Quando o Rio foi nomeado como sede para as Olimpíadas, a gente se encheu de esperança. Mas pouca coisa mudou”, lamentou.

Fonte: G1

 

 

 

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)

Doutor Guilherme Vieira Lima, explica como a estabilidade do core define a potência das manobras e protege o corpo de lesões crônicas.