Wisa

SUP feminino em crescimento

 

Com a fundação da Wisa (Woman’s International Stand up Association) o stand up feminino já exibe um crescimento rápido entre as mulheres. As primeiras ações da Wisa foi durante  a última etapa do circuito brasileiro, em Recife.

 

Angela Bauer e Nicolle Pacelli deram aulas de remada para as competidoras de longboard e para as meninas que estavam na praia. Angela também passou sua experiência para as alunas da escola do Boretii e a campeã de longboard Atalanta Batista, que tem sua escola em  Maracaípe, também vai incentivar as meninas no verão.

 

De volta ao Rio de Janeiro, Angela começou a dar aulas para as meninas que competem de pranchinha e para as mães dos competidores. O resultado foi rápido e a WISA fez uma parceria com a ASBT (Associação de surf da Barra da Tijuca) para inserir a categoria Stand Up Wave  Feminino e Sup Wave Júnior no circuito, fato inédito no Brasil e no mundo.

 

Treinadas pela presidente da Wisa Angela Bauer e pela diretora técnica Maina Thompson, as atletas fizeram bonito em sua estréia e pegaram ondas boas ondas. A campeã foi Rayssa Castro, com Luara Thompson no segundo posto, seguida por Ayllar Cinte e Julia Ferreira. Na categoria Open, a campeã foi Angela Bauer, com Maina em segundo, Brenda Saraiva em terceiro e em quarto Fabíola Ferreira.

 

As meninas tem total apoio do presidente da ASBT Milton Waksman, que também foi o responsável pelo primeiro circuito de longboard feminino do mundo em 2000. 

 

A diretora executiva da WISA Valeria Neves, mãe do campeão Pedro Neves, também começou a remar de SUP e contagia as outras mães para prática do esporte.

 

O objetivo da Associação é reunir as mulheres para a prática do esporte e promover a união  das praticantes para passeios, competições, ações ecológicas e num futuro próximo organizar um Festival  de SUP Feminino com categorias Júnior, Open, Master e Super Master.

 

A Wisa confeccionou  bolsas especiais para a limpeza oceânica com o objetivo de tirar o plástico do mar e salvando as tartarugas e outros animais. Com um time de ecosurfistas, elas querem fazer a diferença no mundo do surf.

 

A  primeira ação ecológica da Wisa  foi organizar, com o patrocínio da Farmácia Analítica, o workshop do Projeto Prancha Ecológica no Cades, para que as crianças e professores aprendessem a fazer a prancha de SUP com garrafas pet. 

 

“A prancha de stand up ainda é muito cara. Com esta ideia, além de diminuirmos o lixo,  ele ainda vira diversão e traz educação e incentivo a preservação ambiental”, comenta Angela, que já planeja uma ação em São Paulo com a vice presidente e campeã brasileira Nicolle Pacelli.

 

Durante a etapa do mundial de SUP wave que acontece em Maresias, será realizado um café com Rabelé , que é o padrinho da Wisa e participou da fundação da entidade. Mauro Rabelé é juiz internacional e passará um pouco de sua experiência para as meninas durante o café da manhã.

 

A secretária da Wisa no Rio de Janeiro Liria Knutti, que também é secretária da ASAP (Associação de Surfistas e Amigos da Prainha), criou um grupo no Facebook para facilitar a comunicação das mulheres enquanto o site não fica pronto. 

 

São necessárias cinco associações para formar uma Federação e este é um dos sonhos da presidente  Angela Bauer. O grupo se chama Wisa e estão todas convidadas a participar.

 

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)

Doutor Guilherme Vieira Lima, explica como a estabilidade do core define a potência das manobras e protege o corpo de lesões crônicas.