Air Rack é a solução ideal para carregar no carro, pranchas com segurança e praticidade. Foto: Divulgação.

Transportar pranchas com segurança e praticidade é um dos empecilhos que a maioria dos surfistas enfrenta no seu dia-a-dia.

 

Os problemas começam na hora de viajar ou até mesmo quando se vai para um dia normal de surf.

 

Os racks tradicionais nem sempre são desenvolvidos de maneira a acomodar as pranchas.

 

Além disso, existe há a possibilidade de se chegar a um aeroporto e ter de pegar um táxi ou alugar um carro. E é aí que o Air Rack – revolucionário sistema de transporte de pranchas de surf – entra em ação.

 

O Air Rack, pode ser utilizado em carros para transporte de pranchas, caiaques, velas de windsurf, entre outros equipamentos. Ele foi desenvolvido com tecnologia totalmente de ponta pelo seu inventor, o empresário Március Costa.

 

“Tive a idéia de fabricar um assessório que suprisse a demanda de quem precisa de um assessório leve, prático e moderno. O Air Rack é fácil de usar, resistente, seguro e cabe em qualquer mochila”, comenta Március, que patenteou a invenção e hoje a comercializa.

 

O produto é confeccionado em duratran reforçado e seu principal diferencial é o sistema inflável de suspensão (SIS), que absorve qualquer impacto, protegendo o teto do carro e a prancha.

 

O air rack é preso ao carro por presilhas internas individuais de alta pressão, que proporcionam mais segurança e firmeza às pranchas. As fitas são todas em poliéster revestido em duratran, o que garante durabilidade ainda maior ao produto.

 

Outro diferencial é a área de proteção para a borracha de vedação do carro. A área de suporte do acessório é de 70 centímetros, e pode agüentar até 20 quilos – o que significa carregar cerca de 5 pranchas.

 

Para obter mais informações, visite o site airrack.com.br .

 

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Mais de cinquenta anos de câmera na mão: do Píer de Ipanema a Pipeline com Gerry Lopez, de Bob Marley no Havaí aos Rolling Stones no Maracanã. Fernando “Fedoca” Lima viveu e fotografou tudo isso. Agora reúne tudo em um livro.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)