Depois de faturar o oitavo título mundial na Espanha, o norte-americano Kelly Slater agora ajusta o foco na etapa brasileira do WCT 2006, que tem janela de espera pela melhores ondas em Imbituba a partir da próxima segunda-feira.

 

A nova meta do campeão é superar o também norte-americano Tom Curren em número de vitórias no WCT – estão empatados com 33 vitórias cada.

 

“Eu realmente amaria vencer os últimos dois campeonatos, principalmente em Pipeline”, diz Slater. “Vou me manter focado nisso”, garante o surfista da Flórida.

 

“É verdade que as pessoas surfam melhor quando não há pressão”, prossegue. “Você faz o seu surf melhor quando não está pensando em certas coisas, mas se não há estímulo fica difícil ir adiante.  Quando há uma oportunidade de estabelecer recordes, você deve se agarrar nisso. Eu adoro a idéia de ter desafios”, explica o Top 1.

 

Martinez Sexto colocado no ranking, o norte-americano Bobby Martinez é a grande sensação da temporada e também vem ao Brasil.

 

Depois de faturar o temido evento em Teahupoo, Tahiti, no início da temporada, o “rookie” venceu também a última etapa em Mundaka, Espanha, derrotando na final justamente o campeão mundial Kelly Slater.

 

“Tem sido  uma temporada empolgante para mim”, diz Martinez. “Neste ano eu cheguei muito feliz depois de batalhar por tantos anos no WQS. Agora quero dar o máximo em cada campeonato. Mas não ficar me cobrando para vencer. Existem muitos caras bons no circuito e você tem que dar o melhor de si”, explica.

 

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Mais de cinquenta anos de câmera na mão: do Píer de Ipanema a Pipeline com Gerry Lopez, de Bob Marley no Havaí aos Rolling Stones no Maracanã. Fernando “Fedoca” Lima viveu e fotografou tudo isso. Agora reúne tudo em um livro.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)