
Nesta segunda-feira saímos de barco logo depois do telefonema do Gui Gama dizendo que o mar finalmente havia subido.
Meu parceiro de hoje foi o Guilermo, de Curitiba, que estava morando na Austrália.
A Fabi e a Camila (namorada do Guilermo) pegaram uma praia em Dreamland.
Logo de cara, vimos o Secret de Jimbaram quebrando sem ninguém.
Quando saímos da Baía, as linhas em Balangan mostravam que tinha swell mesmo.

Bem direcionadas de sul, as linhas abriam do canto até o meio deixando a galera extasiada em Balangan.
Nosso próximo pico foi Bingin, pois ainda havia muita maré para quebrar Dreamland.
Quando chegamos em Bingin, uns 20 caras se espremiam no pico e as ondas não paravam de entrar, algumas inclusive quebrando sozinhas.
Os dois picos de Impossibles contavam com uns oito surfistas em cada um pegando ótimas paredes, mas sem tubo.

Chegamos em Padang e o visual era de poucas ondas.
Mas só até entrar a primeira série.
Não estava muito grande, mas era o lugar que mais rodava no Bukit nesta segunda feira.
Apenas sete caras esperavam as séries no lugar que mais demorava em toda a Península.
Tocamos para Uluwatu e demoramos um pouco para ver a primeira série.
Era o lugar com o maior tamanho.

Umas ondas de até 6 pés e com uns 30 caras bem separados desde o peak até o começo do Corner esperavam as séries que entravam compostas de cinco a seis ondas.
Na nossa volta, fizemos um pit-stop em Dreamland e agora sim, com a maré mais vazia, formavam-se dois picos perfeitos abrindo para os dois lados.
Procuramos o nosso tuna fish nos barcos parados ao largo da costa, mas os pescadores não tiveram muita sorte na noite anterior e ninguém tinha peixe.

O jeito foi comer aquele milho na brasa bem no fim de tarde, logo depois de atracarmos nas areias da praia de Jimbaram. enquanto esperávamos as garotas chegarem com o truck.
Asim foi a segunda-feira com surf de primeira!