Saindo do escuro

Saindo do escuro

Aos 28 anos de idade – 16 deles surfando na Praia Brava, quintal de sua casa em Florianópolis –, Felipe Faraco nunca apreciou as competições. Preferiu fazer do surf um hobby e talvez por isso nunca tenha experimentado os holofotes da fama. Mas nada impediu o catarinense de rodar o mundo atrás das perfeitas ondas do Chile, Peru, Austrália e Califórnia. 

Há cerca de um mês, Felipe se mudou para a Pensilvânia, nos Estados Unidos – onde não há praias nem surf. Pouco antes de virar sua rotina do avesso, ele fez questão de reunir os amigos e realizar o que chamou de “o último surf por um bom tempo” numa piscina de ondas artificiais em Dubai, nos Emirados Árabes, e também nos canudos azuis das Ilhas Mentawai, na Indonésia. Vale a pena assistir ao vídeo acima.

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Mais de cinquenta anos de câmera na mão: do Píer de Ipanema a Pipeline com Gerry Lopez, de Bob Marley no Havaí aos Rolling Stones no Maracanã. Fernando “Fedoca” Lima viveu e fotografou tudo isso. Agora reúne tudo em um livro.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)