Test Ride

Rusty passa por prova de fogo

Os surfistas exibiram apetite para enfrentar as difíceis condições do mar durante o Test Ride Rusty Surfboards, realizado nos últimos dias 17 e 18 de julho na região baiana de Salvador e Lauro de Freitas.

 

Clique aqui para ver as fotos

 

No sábado, os fissurados driblaram o forte vento e uma chuvinha no início da manhã para testar em ondas de até 1,5 metros os modelos Cat Fish, Slayer, Hustler, Dwart, Pedrador, Fish Quatro e Redline.

 

No decorrer do dia o tempo melhorou e a galera compareceu em peso para prestigiar o evento no Jardim de Alah.

 

De acordo com Luciano Costa, gerente de marketing da Rusty, o shape que mais fez sucesso foi o Predador. “Esta era a mais indicada para as condições (ondas cavadas de até 1,5 metros), pois proporciona melhor performance”, descreve Costa.

 

Entre os destaques estão os locais Diego Mori e Vinicius Wichrestiuk. “Apesar das condições adversas, fiquei muito satisfeito com o desempenho das pranchas. Foi o maior mar que realizamos este projeto até hoje. Alguns modelos tiveram melhor desempenho do que as fish, mas isso já era esperado devido ao tamanho da ondulação”, explica Sávio Carneiro.

 

No domingo, a Rusty montou sua estrutura em Vilas do Atlântico, Lauro de Freitas. Os locais marcaram presença para experimentar os shapes nas pesadas ondas do pico e o modelo Redline fez a cabeça da galera. Entre os 40 surfistas que participaram, Ricardo Salada destacou-se.

 

“Os surfistas foram bem corajosos e o evento foi um verdadeiro intercâmbio para exibir o que há de mais moderno em tecnologia aplicada aos shapes”, destaca Costa.

 

As pranchas não estão à venda na praia. Na Bahia, o surfista pode fazer uma encomenda por intermédio da loja Makai ou no site Rusty Surfboards.

O Test Ride já passou pelo Rio de Janeiro, Florianópolis (SC), Paraná, Porto Alegre (RS), São Paulo e Bahia. Os próximos acontecem  em Búzios (RJ) no mês de agosto e em Recife (PE) em setembro.

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Mais de cinquenta anos de câmera na mão: do Píer de Ipanema a Pipeline com Gerry Lopez, de Bob Marley no Havaí aos Rolling Stones no Maracanã. Fernando “Fedoca” Lima viveu e fotografou tudo isso. Agora reúne tudo em um livro.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)