Ruídos Alternativos estréia no Waves

Ruídos Alternativos

#O designer gráfico Renato Keiteris, 27 anos, é o novo colaborador do site Waves com a coluna de música ?Ruídos Alternativos?.

Proprietário da Nex Design ? Design Estratégico, ele atua na área desde 93 e já atendeu empresas como O Estado de São Paulo, FAU-USP, Prefeitura Municipal de São Paulo, Billabong e MCD. Porém, seu hobby é a música e ele ?tem consciência da importância dela para o entendimento de nosso mundo!?, segundo suas próprias palavras.

Cuspir uma breve análise do disco ou ainda uma historinha peculiar sobre as bandas não será a veia de ?Ruídos Alternativos?. Nela você viajará através dos últimos lançamentos musicais e shows, além de muita bagagem e discussão sobre história, tendências, rompimentos, estética gráfica e etc.

Esqueça os modismos, limpe seus ouvidos e passe a experimentar novas realidades! ?Ruídos Alternativos? leva você ao Submundo Sonoro!

Promoção ?? TRAIL OF DEAD?
Para comemorar a estréia da coluna ?Ruídos Alternativos?, começamos abalando o início de 2002 com a Promoção Relâmpago ?? TRAIL OF DEAD? !!!

É muito fácil participar, basta responder a pergunta Qual é o nome COMPLETO da Banda Trail of Dead? no quadro abaixo e preencher o cadastro a seguir.

  

Quer uma dica? Leia a resenha desta semana do disco ?Madonna? do Trail of Dead!

As cinco respostas sorteadas levarão o CD ?Madonna? do Trail of Dead.

Agradecimentos ? Trama

Não percam as Promoções Relâmpago que faremos ao longo do ano. Boa sorte!!!

Vale a pena ouvir de novo: ASIANDUBFOUNDATION | ?Rafi?s Revenge?, de 98.

#BOSSACUCANOVA & ROBERTO MENESCAL | Brasilidade

Astral lá em cima! Todo mundo com a moral alta e planos para esse recém nascido 2002. Hora super oportuna para falarmos de ?Brasilidade?, segundo álbum do Bossacucanova, banda do filho de Roberto Menescal, grande expoente da nossa querida Bossa Nova. Mistura acertadíssima entre o mundo eletrônico jazzy e o universo da bossa nova, numa revisita a grandes nomes como Carlos Lyra, Wanda Sá, Os Cariocas, Sílvio Cezar, entre outros. Não torce o nariz não, minha missão aqui é mostrar novas sonoridades à você, leitor da Ruídos Alternativos? Bases altamente envenenadas por trás do suingue inocente do violão e da guitarra de Menescal, que assina a parceria com o pessoal do Bossacucanova.
Ritmos da década áurea de 60, sampleados com estilo e modernidade da eletrônica atual. Destaque para as faixas ?Rio? na voz de Cris Delanno, na super suingada ?Garota de Ipanema? com a participação de Ed Motta, no Drum?n?Bass quebradão de ?Nós e o Mar? e na old style ?Bye Bye, Brasil?. Sinta o gosto pelo novo de Bossacucanova & Roberto Menescal em ?Brasilidade?. Disco que certamente vai gastar de tanto rodar no seu CD Player.

Clique aqui e ouça a faixa Rio.

#THE WHITE STRIPES | White Blood Cells

Sem essa de a nova promessa do Rock?n?Roll… Contudentemente rompendo seus ouvidos… The White Stripes é crú, é diretão! É provocante ao extremo, seja pela força das composições ou pela afronta no tocar de forma pura e viva apenas com guitarra, voz e batera! Lógico que não podemos deixar de lado a relação misteriosa entre Jack White (guitarra e vocal) e Meg White (bateria)… Difícil dizer se são amigos, irmãos ou casados. Bandaça lá de Detroit, formada em 97 e imersa num universo vermelho e branco, está em seu terceiro lançamento, ?White Blood Cells?. O hit ocupou os primeiros lugares de muitas listas de melhores do ano em 2001. É o novo hype do Rock Americano. Em uma explosiva mistura de rockão de garagem e folk com pitadas de punk e blues, é prato cheio para os que gostam de Jon Spencer Blues Explosion e The Strokes. É impossível destacar alguma faixa deste álbum, pois é excelente do início ao fim.
Ponha para tocar em alto e bom som, sinta a incrível vibração de 16 faixas e tire suas próprias conclusões. Ah! Encarte com as letras. Vá se preparando, shows em Maio/Junho ou com uma possibilidade dos mesmos acontecerem em Outubro/Novembro. De qualquer maneira, The White Stripes é certeza de bombardeio sonoro de primeira ordem. Corra atrás, você não vai se arrepender!

Clique aqui e ouça a faixa I?m Finding It Harder To Be a Gentleman.

#NATHANIEL MERRIWEATHER | Presents Lovage: Music to Make Love to Your Old Lady By

Imagine o Wando junto ao Gorillaz no pote do liquidificador! Taí! Este é o projeto do DJ Dan ?The Automator? Nakamura, maluco presente em trabalhos como Dr. Octagon?s Dr. Octagonecologyst, Handsome Boy Modeling School e do próprio Gorillaz. Para esta preciosidade romântica, Dan retorna com o personagem Nathaniel Merriweather em uma viagem ao lado estranho do amor, cheio de piadas de humor negro em seu recheio. O selo 75Ark?s dá até uma definição na contra capa do disquinho, para ?Lovage?: ?uma erva que se diz benéfica para aliviar as dores abnominais, gases gastrointestinais, evitando inclusive a flatulência. Pode ser feito um chá com as raízes ou as folhas?. Disto você pode concluir as barbáries do restante do álbum… Ainda assim, os beats sensuais contaminam o lugar onde você estiver e põe o corpo a se retorcer naturalmente. De certa maneira, soa como uma ressaca amorosa, uma love trip inusitada, vai invadindo sua mente devagarinho e quando nos damos conta… Há! Já era. Participações magistrais de Jennifer Charles do Elysian Fields e Mike Patton (ex-Faith No More), principalmente no duo em ?Book Of The Month?, cantando ?Use-me como se fosse Listerine/Mantendo seu hálito fresco? e por aí vai! O disco é maravilhoso! Participações impagáveis como as de Afrikka Bambaata, Chármelle Carmel (Plug 3 do De La Soul), Chest Rockwell (Prince Paul), entre outros. Muito mais que um chá para ser engolido, um puta disco para ser devorado!

Clique aqui e ouça um demo da faixa Book Of The Month.

#…AND YOU WILL KNOW US BY THE TRAIL OF DEAD | Madonna

Muito se fala sobre a cena Rock?n?Roll Texana. Dá-lhe sol nas cabeças… Bandas como Kyuss, The Jesus Lizard e The Butthole Surfers, batizados e santificados por suas performances insanas em palco. Um exemplo claro foi o showzaço do …Trail of Dead, no final do ano passado no Sesc Belenzinho. Show para poucos, aquele de ficar marcado na cabeça dos meros mortais aqui deste lado. Sentimento real de fúria, não é balela. Os caras se alternam na instrumentação, cantam e berram com propriedade. Saiba que ?Madonna?, o mais recente álbum deles, já pode ser considerado como pérola dentre as milhões de pedras rolantes. Modernidade e entusiasmo bastante latente em 13 faixas imprescindíveis aos ouvidos mais atentos. Porradaria presente e freqüente, a começar pela incrível ?Mistakes & Regrets?, coração Sonic Youth batendo em ?Mark David Chapman?, além de maravilhosos climas em ?Aged Dolls?, aliando piano à uma bela viagem sem volta até ?The Day the Air Turned Blue? e logo encontrando a surpreendente ?A Perfect Teenhood?! Ao final da alucinada empreitada que acabei de descrever, seu dedo começará a tremer em direção ao ?play? de seu aparelho, pedindo mais e mais…

Clique aqui e ouça a faixa Mistakes & Regrets.

#SPEK | Don?t Sweat the Small Stuff

Que tal um som bacana para rodar por aí? ?Don?t Sweat the Small Stuff?, de um cara chamado Spek é a chave! Super bem-humorado, trata-se de um arranjo envolvente de psicodelia, folk e hip-hop. Chamo atenção apenas ao roubo descarado de ?Loaded?, do Primal Scream em ?I?m A Hippie?, que não apresenta crédito algum no álbum. De qualquer maneira, a levada do refrão desta canção vale o destaque inusitado: ?I?m a hippie but I?ve got a tattoo/I?m a rasta but I got short hair/I?m a businessman but I love to smoke joints?, algo como ?Sou hippie, mas tenho uma tatuagem/Sou rasta, mas tenho cabelo curto/Sou um homem de negócios, mas amo fumar uns baseados?. Soa bem melhor na língua original! Tem até umas musiquinhas românticas, como a faixa ?Lady Chiropractor?, por exemplo, que fala da paixão de um médico por sua paciente, ou ainda em ?Hey Joni?, uma levadona de guitarra acústica envolvida em beats gostosos de sentir. ?Moving to NYC? é a velha canção da cidade grande e de pequenas almas perdidas. Como um todo, o disco prima pela a elegância e facilidade em cativar os ouvidos e o corpo. Bola dentro da moçada da Sum Records! Ah! O encarte é legalzinho, permeado por frases das letras das músicas. Tudo que o Eagle-Eye Cherry quis ser, mas não conseguiu!

Clique aqui e ouça a faixa I?m A Hippie.

#SNOOP DOGG presents THA EASTSIDAZ | Duces?n Frayz?The Old Fashioned Way

Capitaneados por Snoop Dogg e seu selo Dogghouse, Tha Eastsidaz e seu recente álbum seria mais um na lista de gangsta rap, não fosse um pequeno adendo. ?Duces?n Frayz ? The Old Fashioned Way? vomita diferenças relevantes no cenário gangsta referido. ?Duces? e ?Frayz? são gangs rivais da Califórnia, lado leste do continente americano, que acabam detonando suas diferenças de maneira mais interessante: na música! Na verdade, sem grandes surpresas na produção e na instrumentação, porém vale as incríveis participações, começando pelo demoníaco George Clinton encarnando Kokane e inflamando os refrões disco afora. Só moçada de peso, crooners do gangsta rap como Nate Dogg, Butch Cassidy, Lil’ Mo e os MCs Suga Free, Kurupt, Doggy’s Angels, Soopafly, RBX, Bad Azz, e Half Dead adicionando muitas chamas ao álbum. Vibrante e contagiante, usa aqueles timbres de Moog (tipo de teclado característico das sonoridades das décadas de 60/70), altamente entusiásticos do movimento gangsta. Aliando batidas aterrorizantes e guitarras eletrificadas, o disco vai surpreendendo na qualidade. Em ?I Luv It?, e na sacana ?I Don?t Know?, a cabeça começa a balançar, em ?Sticky Fingers? uma ode metafórica à senhora Mary Jane, refrão que contagia? Destaques também para ?Connected? e ?Dogghouse In Your Mouth?, ao estilo Snoop Dogg! Vale a experiência e a iniciativa, já que o que mais se ouve além dos palavrões e mortes nestas músicas é? o que é mesmo?

Clique aqui e ouça um demo da faixa Sticky Fingers.

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De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)

Doutor Guilherme Vieira Lima, explica como a estabilidade do core define a potência das manobras e protege o corpo de lesões crônicas.