Depois de dois dias de Pipeline clássico, as ondas abaixaram no North Shore, mas a perfeição continuou a mesma, dando condições para outros picos que não quebram quando as ondas estão muito grandes.
     

Rocky Point, Gas Chamber’s, Backdoor, Vland, Chun’s Reef, por exemplo, estavam em condições clássicas.
    

Muitos brasileiros aproveitaram a boa qualidade das ondas e da luz para produzir fotos e vídeos para os patrocinadores e revistas especialisadas.

 

E, para variar, Rocky Point foi o local escolhido por atletas e para a maioria dos fotógrafos. 
    

Enquanto a brasileirada e alguns australianos quebravam a vala em Rocky Point, a dupla dos irmãos Irons dominava o line up de Backdoor, pegando e completando tubos profundos.

 

Pela manhã tive a oportunidade de fotografar dentro d’água, onde registrei bons tubos de Bruce irons.
     

Logo depois, me locomovi para Rocky Point, onde muitos profissionais do Brasil destruiam as ondas.

 

Registrei imangens alucinantes com o camera-man Paulo Tracco para complementar mais esse “up-date” de nossa cobertura exclusiva do Hawaii.

 

Agora a espectativa é a de que um novo swell de Norte-Oeste chegue a tempo para o término do WQS em Haleiwa.

 

Clique aqui para ver a galeria de fotos do Hawaii.

 

 

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Mais de cinquenta anos de câmera na mão: do Píer de Ipanema a Pipeline com Gerry Lopez, de Bob Marley no Havaí aos Rolling Stones no Maracanã. Fernando “Fedoca” Lima viveu e fotografou tudo isso. Agora reúne tudo em um livro.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)