Billabong Pro 2011

Rio está de volta ao World Tour

Barra da Tijuca recupera status de sede do circuito mundial no Brasil. Foto: Pedro Tojal.

Depois de abrigar os melhores surfistas do mundo nos últimos oito anos, em 2011 a sede do circuito mundial no Brasil sai de Santa Catarina e volta para o Rio de Janeiro, segundo informação divulgada nesta segunda-feira pelo jornalista Dan Prodan, assessor de imprensa da ASP (Association of Surfing Professionals).

 

As ondas da Barra da Tijuca, conforme antecipou em maio o blog Alohapaziada do surf-repórter catarinense Máurio Borges, vão hospedar os melhores surfistas do planeta para a realização do Billabong Pro, um evento que inclui disputas para mulheres e com uma premiação sem precedentes: US$ 500 mil para os homens e US$ 120 mil para as meninas.

 

Antecipando-se à Copa do Mundo de futebol em 2014 e aos Jogos Olímpicos de 2016, a ASP e a Billabong pretendem capitalizar a comunidade do esporte e aumentar o foco do país no surf profissional.

 

“A vitória de Jadson André neste ano agitou o país”, diz Adriano de Souza. “Ele provou que um brasileiro pode vencer em alto nível na própria casa. E esta vitória animou a todos. E o aumento na premiação é fascinante. Mas o mais importante desta mudança é deixar as pessoas animadas com o Brasil. A cidade do Rio tem uma grande população e isso levará muito interesse no esporte”, afirma o surfista do Guarujá.

 

A praia da Barra será o palco principal do evento. E as esquerdas do clássico pointbreak do Arpoador vão abrigar a estrutura secundária. Mas se os ventos não forem favoráveis em nenhum destes picos, as ondas do Canto do Recreio vão entrar em ação.

 

Leia mais

 

Blog aposta no Rio

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)

Doutor Guilherme Vieira Lima, explica como a estabilidade do core define a potência das manobras e protege o corpo de lesões crônicas.