O paulista Ricardo Ferreira, 22, arrepiou em sua estréia na terceira etapa do SuperSurf, que rola na praia de Itaúna, em Saquarema (RJ).

 

Na décima primeira bateria, Ferreira descolou a maior nota da competição até o momento.

 

Ele caiu na primeira onda que pegou, mas não deu mole na seguinte e arregaçou surfando com muita pressão e mostrando um variado repertório de manobras.

 

O atleta mandou uma bela rasgada, usando bastante as bordas, mandou uma batida e em seguida dois cutbacks, finalizando com mais uma batida na junção.

 

Os juízes reconheceram o empenho de Ferreira e ele recebeu nota 9. Em seguida, pegou mais uma boa onda e obteve 5.73, finalizando com 14.73 pontos – maior média da competição até o momento.

 

O cearense Fábio Silva não se encontrou e somou apenas 6.44 pontos. Esta é a primeira vez que Ferreira surfa em Saquarema. “Analisei bastante o mar antes da bateria. Quando você não conhece a onda, surfa mais inspirado. Aqui é um lugar que ouvi muito falar e queria muito experimentar”, diz.

 

“Apesar de as ondas ainda não estarem boas, elas são fortes e estão abrindo”, explica. Atualmente, o atleta ocupa a 47a. posição no circuito brasileiro profissional. Ele encara o pernambucano Sávio Carneiro na sétima bateria da segunda fase.

 

 

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)

Doutor Guilherme Vieira Lima, explica como a estabilidade do core define a potência das manobras e protege o corpo de lesões crônicas.