Revista Surf & Beach Fashion Business sai do forno

A edição do mês de maio do catálogo Surf & Beach Fashion Business, revista da feira Surf & Beach Show que acontece de 24 a 27 de junho no Centro de Exposições Imigrantes, em São Paulo, acaba de ser lançada e traz novidades fresquinhas, além de uma panorâmica sobre as expectativas do mercado para a 10a edição da Surf & Beach Show.

 

Entre os principais temas abordados na revista, estão as atrações programadas para a feira este ano, como o aumento no foco ao lojista, a evolução nestes 10 anos de feira, opiniões de personalidade de destaque no meio, editorial de moda, nova loja da Tent Beach em Campinas (SP), e muito mais

 

Vale destacar também, na coluna “Antenado”, a importância dada por Ronaldo Fincato, um dos sócios da Lumbras, Ohara – Comunicação, Marketing e Design, agencia que presta consultoria para diversas marcas de surfwear, para a responsabilidade social nos negócios.

 

“É necessário passarmos a pensar e ver o mundo a partir das pessoas, da solidariedade, da qualidade de vida, da preservação do planeta e da espécie humana. É preciso pensar um pouco menos no particular e muito mais no coletivo”, afirma Fincato, com a sabedoria de quem conhece bem o caminho que está trilhando o mercado do surfe.

 

É e justamente pensando nisso que a revista também traz dicas sobre como tirar o máximo de aproveitamento deste encontro único dos empresários do meio, visando sempre a geração de negócios e a obtenção do lucro, principal objetivo da Surf & Beach Show.

 

Outro que depõe a favor da oportunidade única proporcionada pela feira é Marcelo Lagrotta, gerente de marketing da Billabong Brasil, marca que alcançou posição de destaque no mercado brasileiro. “A Surf & Beach Show só não é importante para quem não enxerga oportunidades”, diz o profissional, que já tem oito anos de casa e mais de 20 de experiência no setor.

 

Para selar a importância da união do mercado na continuidade deste longo caminho a ser percorrido pelo mundo do surfe, confira abaixo a íntegra do editorial escrito por Adrian Kojin, editor da presente edição.

 

“Você conhece algum segmento de indústria bem-sucedido que não possua uma feira de negócios forte e representativa? Eu não. E por isso me pergunto, o que será que leva uma parcela dos empresários do surfe a demonstrarem indiferença ou se posicionarem abertamente contra a realização da Surf & Beach Show? Uma coisa é formular criticas construtivas com o objetivo de aprimorar a feira, outra é trabalhar para que ela não aconteça. Quem ganha com uma feira enfraquecida? Ninguém, nem mesmo aqueles que se iludem imaginando que por não estarem entre os expositores, quanto menor a feira for, melhor para eles. A verdade é que mesmo sem estar na feira, eles fazem parte do mercado que a feira representa, promove, defende. E se este mercado passa uma imagem de desunião, de carência de estratégia comum, de decadência, eles também perdem. É muito estranho, para não dizer lamentável, que no exato momento em que o surfe atinge seu mais alto nível de reconhecimento como uma poderosa ferramenta de comunicação, a industria que gira em torno dele esteja perdendo a oportunidade única de capitalizar em cima deste fenômeno, transformando-o em lucro. Com a imagem dos surfistas e seu estilo de vida servindo de base para campanhas publicitárias de fabricantes de automóveis, grandes bancos, empresas de telecomunicações, fabricantes de bebidas e cadeias de lojas, além de ter sido redescoberto por Hollywood, que vêm trabalhando numa série de filmes onde o surfe aparece com destaque na trama, quando não a domina completamente como em “A Onda dos Sonhos” (Blue Crush), bastaria um mínimo de trabalho conjunto para que isto se revertesse numa onda de consumo de surfwear. E o palco perfeito para que este trabalho conjunto tome forma e força é a Surf & Beach Show e as demais feiras que irão acontecer paralelamente a ela de 24 a 27 de junho, no Centro de Exposições Imigrantes, em São Paulo. Comemorando sua 10a edição, a feira tem mais uma vez como objetivo primordial a geração de negócios, mas para que isso aconteça é fundamental que os empresários do setor compreendam que a feira depende da participação integral deles. Sendo que participação integral significa não somente a compra do espaço e montagem de um stand, mas principalmente todas as ações necessárias para que este gasto seja revertido em vendas, com conseqüente recuperação do investimento e obtenção de lucros. Que medidas são estas? Basicamente o que se espera é que o fabricante venha a feira preparado para atender as necessidades dos lojistas, que aliás são bem simples: poder conhecer as coleções completas e negociá-las em condições vantajosas. Ou seja eles querem fazer negócio, mas sem ter o que examinar e preços definidos para discutir, fica inviável. Ao completar 10 anos de existência a feira Surf & Beach Show dá prova da força do mercado de surfwear. Meu desejo é de que ela venha a completar varias outras décadas brigando pelos interesses deste importante segmento da indústria têxtil, mas para que isso aconteça vai ser necessário que todos envolvidos neste grande negócio entendam a importância de atuar em bloco, unidos em torno de um objetivo comum.”

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