Va'a

Remada de resistência em V6

A canoagem polinésia está para os taitianos assim como o futebol está para os brasileiros. Enquato no Brasil a maioria das crianças ganham uma bola, no Taiti ganham remos!

Isso faz com que as equipes de Va’a do Taiti figurem entre as mais competentes e populares do mundo. Existe muita tradição e também dedicação aos treinos e às remadas.

As canoas polinésias estão incorporadas à vida desse povo, afinal, a Polinésia, que é o conjunto de ilhas no Oceano Pacífico, entre a Austrália e os Estados Unidos, do qual fazem parte os arquipélagos do Havaí e a Polinésia Francesa (onde se encontra o Taiti), foi povoada por meio de viagens nessas canoas.

Hoje elas se dividem entre modelos taitianos e havaianos. Ambos possuem as mesmas características fundamentais neste tipo de embarcação: o casco (ou hull), o flutuador (ou ama) e os braços que ligam um ao outro (os iaquos), mas se diverem por detalhes específicos.

Enquanto no Taiti as embarcações são chamadas de va’a ou V, e possuem formato mais alongado, com um cockpit fechado para cada um ou dois remadores (dependendo do modelo), no Havaí, elas têm uma curva de fundo mais evergada envergada e totalmente abertas na parte superior, recebendo a denominação de de outrigger, wa’a ou ainda OC (abreviação de outrigger canoe).

 

 

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)

Doutor Guilherme Vieira Lima, explica como a estabilidade do core define a potência das manobras e protege o corpo de lesões crônicas.