Abner Scoppetta

Relatos de Noronha

Tudo aconteceu de forma favorável para a tão sonhada trip a Fernando de Noronha finalmente acontecer. O dólar alto e as promoções relâmpagos após noticiarem o primeiro ataque de tubarão na ilha foram alguns desses fatores.
 
Ao chegar em Noronha fiquei encantado com a beleza natural, as paisagens paradisíacas, a cor da água cristalina, mas talvez o que mais me surpreendeu foi a qualidade das ondas e a constância, que graças ao fenômeno El Ninõ, pudemos surfar e todos os 11 dias que ficamos na ilha, sendo que no menor dia havia séries de até 1 metro e nos maiores chegaram facilmente a 2 metros, sempre com muitas rampas e tubos.
 
Em Noronha você nunca surfa sozinho. Nos dias clássicos a presença dos surfistas locais é pontual, mas nada que impossibilite de pegar as boas, porém em muitos dias surfamos sem ninguém apenas com os “moradores locais”, conhecidos também como, tartarugas, arraias e tubarões, onde mesmo sabendo de toda preservação e do equilíbrio que existe em Fernando Noronha, causa um certo desconforto, para não falar medo.
 
Após o terceiro dia de trip já tínhamos a certeza do desejo de voltar, e a angústia de não termos feito essa barca antes.
 
Estavam presentes dois grandes amigos: Alex Detter e Bruno Mazotti. Além de surfarmos altas ondas, ainda nos revezamos na produção das imagens, rango e direção do buggy. Além de nós três, Alan Rangel e Felipe Queiroz também captaram imagens. A edição ficou por conta da Attitude Riders.
 
Espero que gostem, valeu e até a próxima!

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