Código Florestal

Reforma da controvérsia

Reforma do Código Florestal Brasileiro coloca áreas de mangue em risco. Foto: Aleko Stergiou.

A publicação Código Florestal e a Ciência: o que nossos legisladores ainda precisam saber reúne de forma inédita três anos de argumentação contrária a absurdos inseridos no projeto de reforma do Código Florestal Brasileiro em pauta no Congresso.

Ela traz resumos de estudos técnicos e científicos feitos por mais de 50 pesquisadores de alto nível. A publicação reforça o alerta sobre os perigos de se aprovar uma reforma da legislação feita para atender setores específicos e não o que espera a maioria da sociedade.

Logo no início do texto, fica evidente que o projeto em tramitação (aguardando nova votação na Câmara) colocará em risco a manutenção de áreas especialmente importantes para o equilíbrio ecológico, bem como à segurança e sobrevivência de populações.

Detentor da terceira maior área (7%) de manguezais do mundo, representando metade dos manguezais da América Latina, o Brasil pode assistir à destruição em massa desses berçários naturais de vida marinha e fonte de renda de populações extrativistas com a aprovação da proposta em voga de reforma do Código Florestal.

O texto ainda traz uma coletânea de equívocos e pegadinhas que, na prática, deixam essas regiões desprotegidas. O país perdeu 50 mil hectares de mangues nos últimos 25 anos.

Conciliar os pontos de vista de cientistas, empresários, ruralistas, industriais, ambientalistas e de outros setores envolvidos na questão central do uso da terra e da manutenção da cobertura vegetal não é um exercício fácil.

Por isso, a discussão sobre o Código Florestal Brasileiro mostra claramente as diferenças de interesses em jogo, bem como os caminhos para se construir uma legislação florestal moderna e justa, que impeça mais degradação ambiental e propicie qualidade de vida às populações, especialmente aos pequenos produtores rurais.

Clique aqui para baixar na íntegra em PDF a publicação Código Florestal e a Ciência: o que nossos legisladores ainda precisam saber.

Fonte WWF Brasil

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