O Top da elite mundial Adriano de Souza enfrenta um grande problema pouco antes do início do Billabong Rio Pro, etapa do WCT que acontece entre os dias 7 e 18 de maio, na Barra da Tijuca, Rio de Janeiro (RJ).
Suas pranchas foram retidas pela alfândega do Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro / Galeão – Antônio Carlos Jobim. Segundo Adriano, as pranchas vieram da Austrália com o seu videomaker Bruno Tessari.
“Ele falou que as pranchas eram minhas, mostrou fotos, vídeos, o meu nome escrito atrás das pranchas e até a lycra personalizada que utilizei na etapa de Bells Beach, mas não adiantou. Parece que eles fizeram questão de travar o meu equipamento de trabalho, que é essencial e está fazendo uma falta absurda para os meus treinos aqui no Rio de Janeiro. Até quando isso vai acontecer? Estou representando o nosso país, represento o Brasil! Por que isso?”, desabafa o atleta, sexto colocado no ranking mundial.
Procurada pela reportagem do site Waves, a alfândega do Aeroporto não pôde ser encontrada para comentar o caso.