Quanto vale o merchandising?

Gerar visibilidade para sua marca é uma preocupação básica de todo empresário. Quando essa visibilidade vem de forma espontânea, atrelada ao noticiário de um evento ou de um atleta, acontece o que no jargão publicitário se chama de mídia espontânea.

 

É em busca dessa mídia gratuita que muitas empresas batalham pelo espaço, por exemplo, do uniforme de um atleta ou do capacete de um piloto de Fórmula 1.

 

O termo “esportâneo” refere-se ao valor de espaço publicitário que a marca ganha ao aparecer, por exemplo, na capa de uma revista de grande circulação.

 

Pois foi exatamente essa mídia gratuita que o shaper carioca Beto Santos conseguiu, em larga escala, quando a edição da Veja Rio de 13 de abril, caderno regional da revista Veja, publicou uma matéria de capa com os big riders Carlos Burle e Eraldo Gueiros em que eles aparecem segurando um dos foguetes feitos pelo shaper.

 

“Quase caí para trás de susto quando vi minha marca na capa da revista “, reconhece Beto Santos, que há alguns anos realiza um sério trabalho em parceria com os big riders pernambucanos. Ser o shaper das pranchas da mais famosa dupla de tow-in brasileira tem para Santos um valor inestimável.

 

Como o trabalho prossegue de uma temporada para a outra, Beto recebe feedback sobre os shapes e tem condições de se aprimorar continuadamente. Isso sem falar nas pranchas de tow-in que ele faz para as ondas brasileiras – caso das pranchas que apareceram na matéria de Veja.

 

Para dar uma idéia do grau de merchandising obtido pelo shaper, a VEJA Rio tem uma edição semanal de aproximadamente 150 mil a 180 mil exemplares ao mês. Como se não bastasse a foto da capa, sua logomarca também aparece numa foto dentro da  matéria.

 

Além disso,  Eraldo Gueiros aparece numa foto em duas páginas, surfando uma bomba em Jaws com uma prancha do shaper. Pena que não dá para ver a logomarca. Mas o pai orgulhoso logo reconhece o filho ou, no caso, a filha: “Essa prancha fui eu que fiz”, afirma Beto, mal disfarçando o orgulho.

 

Se considerarmos os anos de dedicação ao esporte e o investimento que esse renomado shaper tem feito com a dupla de tow in, podemos dizer que o retorno que Beto Santos teve de mídia espontânea foi mais que merecido.

 

Em valores reais, levando-se em conta o valor da publicidade em uma página de Veja Rio (R$ 21.400 mil, segundo o site da revista), Beto Santos teve mídia espontânea no valor de R$ 42.800 mil com a publicação da foto dos big riders.

 

Para entrar em contato com o shaper Beto Santos envie mensagem para [email protected] .

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