
Quando o canto do Leme quebra de gala, faz a alegria dos bodyboarders mais atirados.
O fotógrafo Fabio Minduim registrou bons momentos em um desses dias épicos e divide com os internautas do WavesBB.
Segundo Jorge Antônio Pex, local do pico, o Leme é o palco perfeito para uma disputa de bodyboard. O atleta explica abaixo como funciona o tal Pipeleme.
“Os locais mais antigos deram o nome de arrastão ao pico que rola encostado na pedra do Leme.

Uma esquerda que começa cheia e quando chega em uma pequena bancada de pedra, forma tubos ocos e pesados. As melhores condições do arrastão são: ondulação de Sul, vento terral ou Leste.
Mas existe também outro pico ao lado do arrastão, que só mostra a cara em condições acima de um metro e meio.
O point é conhecido por Triângulo e quebra com ondas pesadas, tubos longos e largos, além de rampas para decolagem em seu fim, ou uma grande sacudida, na falta de sucesso em sua onda.
Resumindo, o triângulo é o pico extremo do Leme. Condições favoráveis: ondulação de Sul mudando para Leste ou Leste, os ventos podem ser de Leste ou terral (Norte).”
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