Prefeitura do Guarujá renova patrocínio com circuito A Tribuna

Na última terça-feira o prefeito do Guarujá Farid Madi e Roberto Clemente Santini, diretor-executivo de A Tribuna, assinaram a renovação de patrocínio do circuito A Tribuna de Surf Colegial.

 

A 11a edição do circuito terá duas etapas, ambas na praia do Tombo, reunindo mais de 150 competidores e cerca de 90 escolas de toda a região, de Bertioga a Peruíbe.

 

A etapa de abertura será nos dias 10 e 11 de junho e a final nos dias 23 e 24 de setembro. No ano passado, o Colégio Don Domênico, do Guarujá, faturou o bicampeonato.

 

O heptacampeão Adélia Camargo Corrêa ficou com o vice e festejou as conquistas individuais de três alunos: Fabrício Caraça, na Mirim; Jessé Mendes, na Iniciantes; e Adine Pereira, na Feminina.

 

Na Junior, quem levantou o caneco foi Rafael ?Popó? Batista, do Instituto Educacional Brasília, de São Vicente.

 

Segundo Roberto Santini, a parceria iniciada no ano passado com a Prefeitura alcançou as expectativas.

 

?Esse é um campeonato especial, passa a mensagem de um estilo de vida saudável e incentiva o estudo conciliado com o esporte competitivo?, disse o diretor de A Tribuna ao entregar o troféu do evento ao prefeito.

 

O prefeito Farid Madi destacou que o surf tem grande importância na Cidade e a proposta do A Tribuna de Surf Colegial tem grande importância social. O prefeito revelou ainda a vontade de trazer uma etapa do WCT para o Guarujá.

 

Nesta temporada, os irmãos Neno, Paulo e Amaro Matos serão homenageados por terem colaborado com o crescimento do esporteos.

 

Vale destacar que o campeonato já tem outras parcerias firmadas. O patrocinador principal será novamente a surfwear AntiQueda, que aposta no evento desde a sua criação em 1996.

 

A Sthill também patrocinará a competição, a Unaerp será a co-patrocinadora e a FMA Notícias seguirá responsável pela divulgação.

 

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Mais de cinquenta anos de câmera na mão: do Píer de Ipanema a Pipeline com Gerry Lopez, de Bob Marley no Havaí aos Rolling Stones no Maracanã. Fernando “Fedoca” Lima viveu e fotografou tudo isso. Agora reúne tudo em um livro.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)