Surf na selva

Pororoca invade grande mídia

Sergio Laus dropa no Amapá uma das maiores ondas já surfadas em um rio. Foto: Gregg Newton / Southern Cross Images.

Depois de registrar mais um feito nas longas ondas da pororoca, paranaense Serginho Laus leva o maior fenômeno fluvial da Amazônia para as principais páginas dos principais sites e jornais do Brasil e do mundo.

 

Dessa vez, o recordista mundial emplaca o drop da maior onda de pororoca já surfada no mundo. Trabalho em equipe, registrado pelo cinegrafista Vinicius Sguarezi e pelo fotógrafo Gregg Newton, além do grupo de apoio e imprensa.
 
“Foi um momento inesquecível. A pororoca começou com meio metro e no decorrer de seu trajeto a onda foi crescendo, ganhando força e velocidade até chegar ao momento em que parecia estar descendo a muralha da China.

 

?Um mundo de água desabando nas minhas costas a quase 30 quilômetros por hora”, lembra emocionado Laus. “Graças ao conhecimento e o planejamento de toda ação, consegui segurar a pressão e avançar para o momento mágico da onda”, conclui.

 

Com o feito, a equipe Surfando na Selva pleiteia o terceiro recorde no Guinness Book. “Tem um pessoal que anda dizendo que logo estaremos com mais um recorde: o de mais vezes no Guinness”, brinca Sguarezi, cinegrafista oficial das expedições da selva.

 

“O recorde de distância não foi possível devido à curta bancada, mas o outro continua nosso. Em compensação a mãe d’água lançou mais de 4 metros na pororoca para chegar em outro feito”, conclui.

 

Basta clicar nos sites de busca a palavra Pororoca – Serginho Laus, que muitas páginas estarão em evidência.

 

O contato para homologação junto ao livro dos recordes já foi feito e agora basta aguardar os documentos finais para oficializar a nova marca. Enquanto isso, Laus já trabalha as próximas expedições retomando o projeto de exploração das pororocas mundo afora.

 

“Vamos levar a bandeira do Brasil para a China, Alaska, Inglaterra, Malásia, entre outros pontos exóticos do planeta”, relata o paranaense que entra em outra luta, a de captação de patrocínios.

 

Para obter mais informações, visite o site Surfando na selva.

 

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