Pipe Master vira evento regional

Está confirmada para o período entre os dias 9 e 15 de janeiro de 2006, a janela de espera para o tradicional campeonato de Pipeline.

 

São sete dias de espera e três de puro extreme bodyboard. O evento não aconteceu em 2005 e volta a cena em janeiro próximo, como etapa do circuito havaiano.

 

A prova não vale pontos para o circuito Mundial e enrola o formato do Tour 2005. Nos anos 80 e 90, a tradicional evento definia o campeão mundial, Mike Stewart faturou o título por oito vezes nesse formato e ainda venceu outras vezes o desafio de ser o melhor bodyboarder em Pipeline.

 

A partir da vitória de Guilherme Tâmega em 94, a prova passou a ser a última etapa do Tour e muitas vezes definiu o campeão. A prova não ter peso direto sobre o título é algo que não acontece desde o tetracampeonato de GT, no inverno de 97/98, quando o brasileiro foi campeão por antecipação.

 

No ano passado, o esporte perdeu as datas de realização em Pipe e foi a primeira vez em muitos anos que o mais importante evento da história do esporte – Pipeline World Bodyboard Championship, não aconteceu.

 

A prova de encerramento do circuito aconteceu em Maui, na poderosa direita de Honolua Bay. O aussie Damian King conquistou o bicampeonato.

 

O organizador da etapa Bob Thomas explica a decisão: ?Eu e muitas pessoas do esporte não estamos satisfeitos com o rumo que o circuito Mundial está tomando. São necessárias mudanças urgentes ou o Tour acaba de vez. Esse ano, consegui uma excelente janela para a realização do campeonato, mas ele não pontuará para o Mundial da IBA? disse Bob.

 

Essa decisão não impede a IBA – International Bodyboard Association, de realizar um último evento, em outro pico, para finalizar o ranking 2005.

 

O brasileiro Uri Valadão lidera o Tour com 2292 pontos e Jeff Hubbard do Hawaii está em segundo com 2053 pontos. Caso não role outra etapa de peso internacional até o final do ano, o baiano voador poderá comemorar o inédito título mundial por antecipação.

 

 

 

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Mais de cinquenta anos de câmera na mão: do Píer de Ipanema a Pipeline com Gerry Lopez, de Bob Marley no Havaí aos Rolling Stones no Maracanã. Fernando “Fedoca” Lima viveu e fotografou tudo isso. Agora reúne tudo em um livro.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)