André Silva

Pinturas em Pantin

Pantin faz parte da região da Galícia, Espanha. A cidade é bem pequena e visivelmente afastada dos grandes centros urbanos. Um lugar tranquilo e com uma ótima culinária local. Já havia participado deste evento há alguns anos e percebido o potencial da região.

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É uma vala muito boa de direitas e esquerdas próximas de uma montanha que protege as ondas dos fortes ventos que chegam de Sul praticamente todos os dias. O campeonato é bem tradicional e atrai competidores de todas partes do mundo.

Apesar de ficar situada em uma zona rural, o clima é bem festivo e as pessoas são muito comunicativas e receptivas. O lugar ideal para quem procura descanso, boas ondas e pouco crowd. Boa comida e paisagens realmente de encher os olhos de qualquer viajante.
 
No evento optei por surfar as esquerdas de 2 metros e com muita dificuldade para chegar ao outside. A tática era simples: somar logo no início duas ondas e procurar não perder tempo com a forte correnteza e arrebentação. Naquele dia em Pantin surfei a minha esquerda nota 10! Um tubo longo e profundo finalizado com um floater bem forte na junção.
 
Nesta bateria estava comigo o baiano e parceiro de viagens Bernardo Lopes. “Bino” fez um belo evento e terminou no pódio este ano. Com um belo desempenho, ele venceu alguns favoritos na competição. Um deles Messias Félix, que havia recentemente vencido a etapa de Açores, Portugal, e estava surfando como poucos.

Pantin deixa saudades e boas lembranças para mim. Acredito que assim como para muitas pessoas que tiveram a oportunidade de conhecer suas ondas, culinária e pessoas que vivem por lá. Editei um vídeo com algumas paisagens e atuações de alguns brasileiros e estrangeiros durante o evento.

Foto de capa Arquivo Pessoal

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Mais de cinquenta anos de câmera na mão: do Píer de Ipanema a Pipeline com Gerry Lopez, de Bob Marley no Havaí aos Rolling Stones no Maracanã. Fernando “Fedoca” Lima viveu e fotografou tudo isso. Agora reúne tudo em um livro.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)