Peterson e Yuri arrepiam

Depois de três dias paralisado, o Billabong Pro Mundaka 2006 foi reiniciado neste sábado, em boas ondas de até 1,5 metros em Mundaka, Espanha.

 

Clique aqui para ver as fotos

Válida como a nona etapa do WCT, a prova distribui US$ 260 mil em prêmios e tem prazo de encerramento até 14 de outubro.

Neste sábado, foram realizados os oito duelos complementares do primeiro round e 10 baterias da repescagem.

 

Cinco brasileiros entraram em ação, com destaque para as atuações de Peterson Rosa e Yuri Sodré.

Peterson ficou em primeiro na sua estréia, na única vitória brasileira na primeira fase, marcando 12,83 para bater o australiano Mark Ochillupo com 12,26 e o também aussie Darren O?Rafferty, autor de 10,33,

Yuri, que estreou com derrota na segunda-fera, disputou a repescagem contra o aussie Daniel Wills e se deu bem.

 

Já os atletas Marcelo Nunes, Raoni Monteiro e Paulo Moura estrearam com derrota neste sábado e foram parar na repescagem, onde também estão Pedro Henrique, Victor Ribas e Adriano Mineirinho.

 

O heptacampeão mundial Kelly Slater, que não apareceu na primeira rodada, abriu a repescagem com uma expressiva vitória sobre o convidado Cory Arrambide. Slater fez 15.17 pontos, contra apenas 5.17 do compatriota.

 

Em seguida, o convidado local Hodei Collazo surpreendeu o norte-americano Taylor Knox numa acirrada disputa que terminou com o placar de 9.17 a 9.00.

 

Na quinta bateria, o carioca Yuri Sodré fez uma boa escolha de ondas e descolou notas 8.0 e 7.5 para barrar o aussie Daniel Wills.

 

Um das baterias mais disputadas do dia reuniu dois jovens australianos – Bede Durbidge e Adrian Buchan. Por apenas 4 centésimos de diferença, Buchan bateu o rival e garantiu presença na terceira rodada.

 

A prova foi concluída ao término da sétima bateria da repescagem, vencida pelo australiano Toby Martin. Pior para o também aussie Mark Occhilupo, derrotado por 10.67 a 9.50 pontos.

Para obter mais informações, visite o site Aspworldtour.com

Repescagem

1 Kelly Slater (EUA) 15.17 x Cory Arrambide (EUA) 5.27
2 Hodei Collazo (Esp) 9.17 x Taylor Knox (EUA) 9.00
3 Tom Whitaker (Aus) 16.33 x Hira Terinatoofa (Tah) 12.07
4 Dean Morrison (Aus) x Luke Egan (Aus)
5 Yuri Sodre (Bra) 15.50 x Danny Wills (Aus) 12.50
6 Adrian Buchan (AUS) 15.34 x Bede Durbidge (Aus) 15.30
7 Toby Martin (Aus) 10.67 x Mark Occhilupo (Aus) 9.50

Baterias complementares

8 Fred Patacchia (Haw) x Mikael Picon (Fra)
9 Greg Emslie (Afr) x David Weare (Afr)
10 Shaun Cansdell (Aus) x Pedro Henrique (Bra)
11 Travis Logie (Afr) x Raoni Monteiro (Bra)
12 Cory Lopez (EUA) x Roy Powers (Haw)
13 Trent Munro (Aus) x Marcelo Nunes (Bra)
14 Adriano de Souza (Bra) x Paulo Moura (Bra)
15 Victor Ribas (Bra) x Darren O?Rafferty (Aus)
16 Nathan Hedge (Aus) x Chris Ward (EUA)

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Mais de cinquenta anos de câmera na mão: do Píer de Ipanema a Pipeline com Gerry Lopez, de Bob Marley no Havaí aos Rolling Stones no Maracanã. Fernando “Fedoca” Lima viveu e fotografou tudo isso. Agora reúne tudo em um livro.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)